Desespero do poeta

De Té

Em alvoradas nubladas.

A verbosidade

é gélida sombria.

De sentimentos reflexivos

Só em chama ardente

plagio o meu coração

E faço minha essa unção

E sinto a possessão

Do que em mim desabrocha inconstante

E é este ardor

Que me toma o coração

Que as converte em chamas

calorosas. que aquece. Queima.

Ilumina essa obstinação

E desperta a aurora

Tão nublada.

E lhe devolve o deslumbramento

E então o verbo flui abrasador inquieto

E reverte essas alvoradas

Em maravilhosas auroras

De Té Etelvina Costa

25-07-2017

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Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 3 abril 2017 às 10:40

Sílvia muito obrigada ainda não me sinto merecedora desta distinção  ainda procuro mais e melhor ......Mas muito obrigada enche meu coração de alegria e me honra perante tantos poetas de mais valor que eu Muito obrigada Um grande e carinhoso beijo nno seu bondosos coração 

Comentário de Sílvia Mota em 3 abril 2017 às 3:21

Comentário de Sílvia Mota em 31 março 2017 às 5:00

Que o teu verbo continue a fluir "abrasador inquieto", para encantar o leitor.

Parabéns e Felicidades!

Beijosssssssss

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