Soneto de arte menor

30 de noviembre

.

.

 

Pongo el agua calientita

que no queme mi barbilla

limpia gusto la bombilla

yerba de calabacita

.

Si tibia,  no   sabrosita

 gusta en ancha paletilla

articulado se astilla,

agua mineral evita.

.

Para dulce o el amargo

dar, tiempo estacionamiento

al  tereré, palo largo.

.

A 9 meses el sentimiento

suave el sabor dulce  encargo

de tilo o limón su  acento

.

.

Rafael Mérida Cruz-Lascano

“Hombre de Maíz, 2009”

Guatemala, C. A.

Exibições: 12

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Comentário de Rafael Mérida Cruz-Lascano domingo

Quedo agradecido con las vivistas y comentarios:

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Gracias Margarita María Madruga.

Gracias Elias Antonio Almada.

OBRIGADO  José Aurelio Mederiros da Luz

Comentário de José Aurélio Medeiros da Luz domingo

Obrigado, caro Rafael, pelo poema. Ele me remeteu a lembranças de infância, com minha finada mãe (em pleno calor seco do Planalto Central do Brasil), a tomar seu chimarrão nos momentos de lazer, velho costume que ela havia trazido dos altiplanos frígidos sua província natal, Santa Catarina. Abraço; j. a.

Comentário de Elías Antonio Almada em 2 dezembro 2017 às 3:52

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 1 dezembro 2017 às 21:25

Muito bonito Poeta Rafael.

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