Falésias de Ícaro


Não sei o que sinto,do abismo à beira,
Em falésias profundas ,pois,me debato.
A dominação oprime queira ou não queira!
Saltar em sinuosa queda,derradeiro ato?

Indago,pois, à mim desta secreta razão,
Quando avistei vagalume irrequieto...
O pirilampo alumiando densa escuridão,
Revelou planícies de lírios , vales abertos.

Ah!Que,em meu dorso brotou asa de cera!
Aureola solar,enfim, aquecendo minh’alma,
Elevou-me das falésias,qual pássaro louco!

Torpe,tocando duras escarpas da beira,
Sonhei a transfiguração de noite calma
Pirilampo,em Deus,tornou pouco a pouco...

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Comentário de JOSÉ CARLOS RIBEIRO em 7 novembro 2017 às 16:58

Um belíssimo poema que nos encanta, maravilhoso

Comentário de Mônica do S Nunes Pamplona em 6 novembro 2017 às 22:07

Parabéns, poeta.

Encantada com tua poesia.

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