Um êxtase percorre, irreprimível
O coração envolto em chamas várias
Domar as pulsações incendiárias
Quando te vejo, amor, é impossível

Devora-me o furor irresistível
No corpo há contrações involuntárias
São teus encantos, feras sanguinárias
Em mim cravando garras... És incrível!

Da maciez das nuvens onde deito
Degusto o majestático, perfeito
Manjar que proporcionas, senhorita

Confessam alegria de menino
Sorrisos frouxos... Moça, o desatino
Não posso te esconder, pois ele grita

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Comentário de Sílvia Mota em 17 julho 2017 às 23:19

 Belos versos!

Parabéns!

Beijosssssssssss

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