A Hipnose da Saudade

de Té

Minha saudade levanta a sua espada

Com estocadas desnorteia a paisagem
Esgota todo o alento ,que de si brota
Da clausura, que a acorrenta e a torna dura
Não reconhece horizontes de beleza
O entardecer morno e dolente
A noite enlouquecida,, que se consome no amor
Amorosamente pronta para a rendição
Em noite ditosa, de afáveis enternecimentos
Bebe da vida, o poção que a aformoseia
Minha saudade é insana
Emoção gigantesca amedrontada
Não tem dimensão indulgente
É navegante de espaço disforme
Estranha hipnose que a demanda
E rola brutal que a si fere sem glória
Minha saudade não dorme 
adormenta apenas

Não há sono que a domine

nem sonho que a alicie

minha saudade é sombra

De restos de um lugar que se perdeu

 

De Té Etelvina Da costa

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Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 28 novembro 2017 às 9:33

Muito obrigada Sílvia  beijossssssssssssssssssss 

Comentário de Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ em 26 novembro 2017 às 18:37

 Muito belo!

Parabéns e Felicidades!

Beijossssssss

Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 26 novembro 2017 às 10:57

muito obrigada meu amigo que sabe descrever tão bem as minhas emoções ... Um forte abraço

Comentário de Paolo Lim em 26 novembro 2017 às 8:35

Aplausos por mais esta peça que nos envolve. 

Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 24 novembro 2017 às 14:45

Gracias amigo muchas gracias por sus felicitaciones 

Comentário de Elías Antonio Almada em 24 novembro 2017 às 14:13

buen trabajo,felicitaciones

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 24 novembro 2017 às 14:08

Muito belo.

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