De repente a noite cai

Cerram meus olhos

E amores se vão.

Como máquinas as células param,

E o meu respirar se envaidecem.

Só momentos plenos,

Únicos e capazes.

Sou aprendiz da vida,

Numa noite ilusória a que sou poeta.

São Paulo, 21/3/2017.

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Comentário de Sílvia Mota em 17 novembro 2017 às 1:42

Somos todos aprendizes, pela vida.

Grata, pela participação.

Beijosssssssssssssss

Comentário de Sílvia Mota em 3 abril 2017 às 3:50

Comentário de Lúcia Cláudia Gama Oliveira em 23 março 2017 às 10:16

Iluminada poetisa!

Parabéns.

Bjssssssss

Comentário de Sílvia Mota em 21 março 2017 às 23:40

Somos aprendizes na vida...

Belo poema!

Parabéns e Felicidades!

Beijosssssssssssss

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