Impercebida,

 

Impercebida, guardo tua lembrança,

E nesta vaga chama a passo lerdo,

Vivo meu triste luto na confiança  

Que da indulgente complacência herdo.

 

São saudades inconsequentes minhas

Estas lembranças, reminiscentes

São chama que não se apaga sozinha

Pelos atributos inconsequentes

 

Sofro nesta ilação impercebida,

A inferência imediata de te ver

Pois, o que eu padeço nesta vida

 

É uma reminiscência percebida,

Que de impercebida queria abster

A lembrança para sempre querida !

 

São Paulo, 09-07-2017 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

 

Direitos autorais registrados

Mantenha a autoria do poema

Exibições: 22

Comentar

Você precisa ser um membro de Poetas e Escritores do Amor e da Paz para adicionar comentários!

Entrar em Poetas e Escritores do Amor e da Paz

Mauro M. Santos

Graça Campos

Carlos Saraiva

José Santiago

Lilian Reinhardt Art

De Luna Freire

Visitantes

Liv Traffic Stats

Badge

Carregando...

© 2018   Criado por Sílvia Mota.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço