LÁGRIMAS DA AMAZÔNIA

Desvairado poder que não lhes pertence
Sobre imponente terra que verdejante
Derramam lágrimas, matas inocentes
Pelo desmando de nossos governantes.
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Cobiçada floresta, pelo estrangeiro.
Aliam-se aos corruptos, para nos furtar.
Mas esta pertence ao povo brasileiro
Que esses sanguessugas querem nos tirar. 
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Regozijo em blasfêmia com nosso chão
Serpenteando, pra amputar nosso pulmão!
Pelo vil metal que acelera em minério.
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Cônjuge de dois países em adultério.
Vender Amazônia... onde já se viu?!
Amazônia é Pará... É do Brasil.

Mônica Pamplona.

Imagem Google.

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Comentário de Vera Regina Cazaubon sábado

Belíssimo minha querida encantou-me tua sensibilidade, sim Amazônia é nossa um patrimônio do brasileiro que os corruptos querem negociar. Que Deus nos proteja. Aplausos, beijokas com carinho.

Comentário de Paolo Lim em 23 novembro 2017 às 8:26

Belíssima contribuição para essa luta universal contra a insanidade. Meus aplausos solidários. Bravooooooo !

Comentário de Maria-José Chantal F. Dias em 22 novembro 2017 às 20:59

Comentário de Maria-José Chantal F. Dias em 22 novembro 2017 às 17:29

Pulmão Mundial! Coração e  Cabeça de Povos e Nações Indigenas!

Teu poema é soluço profundo duma Terra que sangra  e que não tem vintém nem tostão....

Gastos desmatamentos queimadas máxima exploração animal tudo tem tudo falha em seu apoio até vendaaaacomo vendilhões do templo sagrado, Verde terroso e liquido........

Crime sem perdão innsulto humano à Humanidade 

tanta ganância e cobiça tantos trilhões sem Valor...

aiiiii quanto se está perdendo em cada trucidamento e ígnea ferocidade em chão sagrado pouco entendido....

Chantal Fournet

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 22 novembro 2017 às 15:45

Lágrimas dolorosas em versos sublimes. Parabéns Mônica.

Comentário de Rosalina Gonçalves Ramos Herai em 12 novembro 2017 às 20:30

Lindo seu poema! Boa noite amiga e ótima semana! Bjus

Comentário de Celi Romão em 11 novembro 2017 às 21:10

 

Triste realidade, que nós brasileiros impotentes, somos obrigados a assistir calados... a grande destruição de um patrimônio mundial...  tão belamente colocada em versos, poeta...

Aplausos Meus!

Comentário de JOSÉ CARLOS RIBEIRO em 11 novembro 2017 às 11:02

Um poema onde os sentimentos são de uma veracidade sem tamanho. Aos pouco estão entregando o nosso Brasil, tão belo e varonil as elite internacional

Comentário de Mauro Martins Santos em 10 novembro 2017 às 0:09

UNO-ME À TUA VOZ

Uno-me à tua voz para também externar

Toda minha revolta contra a raça de víboras

Facínoras que do erário vivem a se locupletar

Ser miserável, com seu cérebro volúvel e instável.

Com asseclas travestidos de ministros e líderes

De vida breve, descontados os muitos anos

Já vividos de forma desprezível espalhando enganos,

Possam espalhar malsinada sina a povo inocente

Que no país de norte a sul, sob sol inclemente,

Impostos como chicotes farpados a carne lanhar.

Ganância de minérios flora e fauna a retirar

Vendilhões, não autóctones, antípodas jurados:

Vilipendiem ferindo de morte nosso solo sagrado.

 

Um beijo e forte abraço à minha amiga Poetisa, estimada Mônica

 

Comentário de Rosalina Gonçalves Ramos Herai em 8 novembro 2017 às 13:23

Boa tarde amiga! Tenho pensado: Quanto tempo ainda levará para os seres humanos compreenderem que é preciso cuidar, que é preciso respeitar os povos, as nações, as vidas?

Lindo, dá para sentir as lágrimas verdes caírem. 

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