LIVROS: Cordões em tessitura, estradas da memória...

Livros, acima de amigos, guias, mestres mudos, onde embarques e desembarques reencontram sentidos, emoções, motivos de viagens  inusitadas de  saber aprimorado!

Alteram-se questões e atiçam buscas do viver e aprender! Alinham-se filtragens , composições e decomposições de conceitos, aceleram ideias, e tornam vivaz a vontade de ver além dos cumes, e cumeeiras, acendendo lâmpadas, remexendo memórias e criando cenários na abordagem desse universo de letras, imagens, documentários, e o sangue corre nas veias das lembranças, levando e trazendo histórias reais ou mesmo ficcionais.

Livros, janelas abertas, onde os ventos se arranjam em pensamentos moídos, remoídos, à frente de cada tempo,  sem se dar por vencidos em temporais e adventos...

Livros, alimentos, se bem escolhidos, argumentos que  se aninham como sementes, brotando vida, ressurgimento...

Livros têm asas, dão-nos asas,  tornam-nos pássaros que migram ao conhecimento...

Páginas de descobertas, alertas, sem trancas...  

Cordões em tessitura,  estradas da memória, onde os registros falam o que a mente e alma revelam... Silenciosos, driblam os gritos, as dores, as alegrias, os fatos e a proeza das vozes que calam, fazem pensar, agir, rever e reerguer nas entrelinhas, incontáveis fênix da vida!

Maria das Graças Araújo Campos. LIVROS: Cordões em tessitura,  estradas da memória...

Graça Campos/23/04/2017.

Origem da palavra Livro 

Uma espécie de papel primitivo era feito com essa membrana. Em inglês, “Book”, vem de  bok  de raiz germânica significa faia, uma árvore. Enfim, O termo "livro" nos remete, em várias línguas, a palavras relativas a árvores. Na maioria das línguas latinas (libro em espanhol e italiano, livre em francês) veio do latim liber, a fina camada fibrosa entre a casca e o tronco da árvore que, depois de seca, pode ser usada para escrever (e realmente era, num passado longínquo). Já nas línguas de origem anglo germânicas (book em inglês, Buch em alemão e boek em holandês) o termo advém de bokis, nome da árvore que hoje se chama beech em inglês, da qual se faziam tábuas onde eram escritas as runas, uma antiga forma de escrita da Europa do Norte.

Fonte Google

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Comentário de Iván em 23 abril 2017 às 18:15

Un gusto, Mary Grace. 

Bonita y especial exposición. 

Que tengas un día magnífico. 

Comentário de Maria das Graças Araújo Campos em 23 abril 2017 às 14:35

Livros, janelas abertas, onde os ventos se arranjam em pensamentos moídos, remoídos, à frente de cada tempo,  sem se dar por vencidos em temporais e adventos...

Obrigada, querida poetisa! Bjssssss

Comentário de Lúcia Cláudia Gama Oliveira em 23 abril 2017 às 13:29

Deliciosa leitura, Maria das Graças.

Notas, tons que fazem nossas memórias... Viva!

Parabéns.

Bjssss

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