Isto,

magoado silêncio
no crepitar funéreo,
a vida na louca tentativa,
doida serpenteando,
entre "flashes" trazendo a morte,
foi tudo o que sobrou.
Cinzas humanas,
urravando pelo perdão 
celeste,
pelo perdão
terreno.
O terreno vadio,
sem dono,
apagando-se num gesto suicida.
A morte tudo sobrevoava 
num esgar de vitória,
ave horrenda,
não deixando 
caminho,
trilho
ou vereda.
Ruína, por uma 
"alegada mão criminosa"...

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Comentário de Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ em 24 outubro 2017 às 1:50

  Impactantes versos!

Belos, muito belos!

Parabéns e Felicidades!

Beijosssssssssss

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