Jornalismo de resultados

     J. A. Medeiros da Luz

Embora não venha ao caso,

Isto que acerca de você escrevo,

Ó timorato coração,

É verdade pura, mas

"Podemos tirar, se achar melhor"...

 

Ouro Preto, janeiro de 2018.

Do livro:  Martelo de cristal, a sair pela Jornada Lúcida Editora.

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Comentário de José Aurélio Medeiros da Luz em 15 janeiro 2018 às 14:38

Cara Margarida: obrigado pelos votos.

Quanto ao intento, afinal, nessa peleja com as buliçosas palavras, somos como aquela professora de música das classes infantis: temos que transformar a irriquietíssima energia de cada elemento na polifônica melodia do coral, harmonizando timbres e arpejos. Se formos eficazes na empreita, o resultado é o enternecimento de uma leva de corações. E isso é que é prêmio para valer, não?

Abraço do j. a.

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 15 janeiro 2018 às 11:44

Desejo que seu intento seja alcançado, caro Poeta.

Comentário de José Aurélio Medeiros da Luz em 14 janeiro 2018 às 19:12

Obrigado, caro Almada, pelo incentivo.

Meu nível de destreza com o idioma de Castilla me obriga a lhe responder naquele do Condado de Portocale. Nos dias de hoje este poemeto é um gesto impaciente de protesto. Via de regra, evito contaminação da peça literária com a política rés-do-chão de nosso mundo sublunar. Não resisti e capitulei, desta vez. Não sei se as alusões, da conjuntura brasileira atual, que faço nesse poemeto extrapolaram as fronteiras do Brasil. São alusões a “pérolas” de membros da magistratura baseadas em conveniências partidárias (primeiro verso) e à flexibilidade das versões de certos jornalistas, mostrando maior comprometimento com os interesses do patrão que com a verdade (último verso). Acaba-se reduzindo a verdade a argumento ajustado ao leito de Procusto, para ficarmos na clássica alusão da mitologia dos helenos. Afinal espero que, quando a inexorável poeira do tempo delir a hipertextualidade do dito poema, o mesmo consiga se sustentar como peça autônoma; barrilete à deriva após naufrágio, mas flutuando por correntes empurradoras para as praias douradas da esperança...

Comentário de Elías Antonio Almada em 14 janeiro 2018 às 17:38

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