Meus Olhos

Meus olhos em faces tão pálidas
angustia infinita, invalida.
E eu olho o que resta, o nada.
sem rumo, indecisa barca.
a deriva na escuridão.

Meus olhos que olham perdidos
olham sem nenhum sentido
não sei até onde vão

Meus olhos nos céus se demoram
refletem a lua distante
indiferentes e sem emoção

Eles veem morrer a minha alegria
entre as sombras do coração
é uma lúgubre sinfonia
e eles veem ao meu lado uma serpente...

A solidão!

Alexandre Montalvan

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Comentário de JOSÉ CARLOS RIBEIRO em 16 abril 2017 às 8:44

Nossas vidas se tornam amargas com essa tal solidão, o amor nos deixa assim, para ser o nosso fim

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