Empalado até o pescoço,

morreu ainda moço

pelo destino que armou.

Naquela tarde o badalar do sino,

despalavrou o rabino,

entristeceu o pároco e irritou o pastor.

Empalado até o pescoço -

jovem, bonito, bom moço -

morreu por prazer e amor.

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Comentário de Mônica do S Nunes Pamplona em 8 junho 2018 às 17:49

E tantos que se vão assim...

Teus versos realistas trazem essa triste verdade.

Grande Paolo.

Parabéns.

Comentário de Arlete Brasil Deretti Fernandes em 5 junho 2018 às 12:44

Repito que fiz um comentário que desapareceu misteriosamente.

Comentário de Lais Maria Muller Moreira em 4 junho 2018 às 18:11

Tristeza travestida de poesia...

Que conclama ao acordar...

Somos bárbaros! Todos os dias chego a esta conclusão...quem sabe os bárbaros, tivessem mais decisão, mais soluções...a oferecer...

 Nesta platéia seleta do aqui e agora....só ressoa o : vire-se!

beijos

Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 4 junho 2018 às 15:35

Muito bom caro poeta  mais uma joia da sua imaginação . parabéns...

Comentário de Miriam Inés Bocchio em 4 junho 2018 às 13:55

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 4 junho 2018 às 10:42

Avestruz! Paolo, um prazer "rever-te".

Comentário de Elías Antonio Almada em 3 junho 2018 às 18:57
Un gusto leerte

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