Amor, quando me envolves num abraço
daqueles que arrebatam, escaldantes,
em ti, maravilhosa musa, faço
dos sonhos passarinhos adejantes.

Se riscam no meu corpo leve traço
as tuas mãos sutis, arrepiantes,
despejo-me no colo do mormaço...
Os poros vertem fogo, fervilhantes!

A cada beijo longo, a cada toque,
o paraíso as portas escancara.
Extasiado fico, como em choque!

Distante dos carinhos sofro, aflito...
És vício irresistível que não sara...
Contigo o chão se vai porque levito!

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Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 18 março 2018 às 15:25

O poema é simplesmente lindo com um título inesperado. Parabéns.

Comentário de María Cristina em 14 março 2018 às 19:14

Comentário de Elisiário Luiz em 14 março 2018 às 17:56

...tanto quanto bem bom meus parabéns Fique Bem!

Comentário de Elías Antonio Almada em 14 março 2018 às 14:16

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