O Sal

Sal de mim brota com sabor dor

 Escorre dentro d’alma ferindo

Rubro invisível soluçante

Marcando sulcos de tristezas mil

 

 

Calam se sons alegres de canções.

 Silencio habita as entranhas.

Uníssonos murmúrios gemem.

 O ser que chora desconsolado.

 

Ponte da travessia quebrada.

Passagem impedida da vida.

Canoa sem remo que desliza.

 

Caudalosas aguas invencíveis.

Brotando do amargo coração.

 Geme grita oásis solidão.

Dione Fonseca

 

O sal

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Comentário de Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ em 3 setembro 2017 às 11:42

 Poema sensível, repleto de emoções, ainda que doídas...

Parabéns e Felicidades!

Beijossssssssssss

Comentário de Maria Lucia em 9 junho 2017 às 21:14

Palavras que vertem emoções!!!

Saem da alma da poetisa e tocam o coração de quem lê.

Lindo poema!

Beijinhos

Comentário de Dione Fonseca de Barros em 6 dezembro 2016 às 1:28

Querida Márcia Portela obrigada por ler e comentar. Sempre bem vinda Bjus

Comentário de Marcia Portella em 4 dezembro 2016 às 18:57

Lindo poema com um final perfeito.

Todos em algum momento, sentem seu sabor ..

Te abraço

Comentário de Dione Fonseca de Barros em 3 dezembro 2016 às 16:14

Obrigada Dom Críspulo pela sempre presença

 

Comentário de Dione Fonseca de Barros em 3 dezembro 2016 às 16:12

Querida Lpais sempre me dando o presente de seus comentários, obrigada minha amiga bjus e uma linda semana começando com mil alegrias neste domingo

Comentário de Lais Maria Muller Moreira em 3 dezembro 2016 às 14:37

A dor que se transforma  em formoso poema!

Lindooo Dione!

beijos

Comentário de Críspulo Cortés Cortés em 3 dezembro 2016 às 6:49

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