O Sino

Ria este riso de tantos dias,

com brilhantes olhos vermelhos;

Se esta alegria que irradias

fosse apenas um instante, pesaria

estanque e traria...ou melhor, e

trouxe ao longe a compossessão

de duas almas em um só encontro

do amor e da paixão.

E neste dia que ilumina o amor

e seu enredo, num mar de flashes negros,

luz na cor âmbar e gris.  Gemidos

sensuais, parecendo de brinquedo

entre as nuvens macias de algodão

nuvens na cor do giz.

Ria enquanto é dia, enquanto é dia

um sino faz barulho, mas quando o dia

vai morrendo e vem chegando o escuro

ele emudece e até o sino fica mudo.

Porque não brilha a lua e como se ela

soubesse que nem comporta o mundo

e um silencio agudo no espaço

de um único segundo fez do sino tão

calado, grilhões de ferro e aço e

um coração encarcerado.

ps.: Faz tempo que sinto você penetrar

nos meus pensamentos

com seus badalos agourentos.

Alexandre

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Comentário de Alexandre Montalvan em 18 fevereiro 2018 às 8:05

Quando o sino se cala, o amor se evapora vai embora, restando apenas um coração encarcerado em um silencio agudo. bjs alexandre

Comentário de Arlete Brasil Deretti Fernandes em 17 fevereiro 2018 às 23:26

Interessante poema, poetisa o amor tendo como fundo sons que se calam.

Parabéns.

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 14 fevereiro 2018 às 15:56

Um tema diferenciado e bem poetizado pelo mestre. Parabéns.

Comentário de Elisiário Luiz em 13 fevereiro 2018 às 17:10

 Um verdadeiro encanto esse tema aguçar todos os sentido caro amigo parabéns... Fique Bem!

Comentário de Elías Antonio Almada em 13 fevereiro 2018 às 12:11

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