Onde estás?
De Té

São as incoerências, que despedaçam a mansidão

Perplexidades, que criam véus insondáveis

São as dores, que arrefecem o coração

É o tempo ,que destrói ,o voo das aves

São as paixões ,inconstantes, tão agitadas

Porque já não me ouves, como antigamente

Já não me chamas, com tua chama incendiada

E tudo vai esfriando lentamente…….

Onde estão as palavras, que me dizias, ao ouvido

Enrubescida ficava, com tua ousadia

E meu coração pulsava, tão inflamado

E o dia de hoje, já são todos os dias


De Té Etelvina da Costa
14-08-2017

Exibições: 36

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Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 14 agosto 2017 às 16:00

Uma honra Sílvia a nossa querida poetisa maior o nosso norte que nos leva ao encontro de caminhos de sabedoria fico imensamente agradecida quando me comenta  . .Meus versos são de dor e amor outras vezes de dor de amor.. nostálgicos sim pois recordo e transformo em palavras essas recordações .... Grata minha boa amiga terna e compreensiva beijosssssssss 

Comentário de Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ em 14 agosto 2017 às 12:09

 Versos repletos de nostalgia.

Belo poema!

Beijosssssssssssss

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