Os inocentes

De Té

Pois se meu pecado tão greve foi ,para que se ruísse meu castelo

Nem pedra ficou inteira, para que pedaço a pedaço o reconstruir

Meu karma me perturba ,pois se de outra vida o trouxe comigo

Penado com ondas de dor profunda, amargo para o remir

Mas me contem, porque tal castigo amarga meus dias de fel

Ninguem sabe, mas entre algumas felicidades, turbulentos foram

meus dias endurecidos, de saudades de amor sofrido, e por tal

muito penitenciei, e de má sorte sempre me encontrei cercada

Alguma coisa havia que me protegia ,no meio das fúrias perdidas

da verdade dos que mentem, e se havia culpas eram as minhas

Insaciáveis ´poderes me cercavam, e agitavam minhas renuncias

Tudo era sempre igual ,tudo era falso, os culpados eram inocentes

mascarados de vestes brancas imaculadas, para que não houvesse

dúvidas da sua inocência ,encimavam a cruz do falso calvário

De Té Etelvina da Costa

15-07 -2017

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