Iemanjá, divindade do grande mar

Quando o “tudo” era o imenso oceano

Imperscrutável, silencioso e destruidor

Senhora da energia misteriosa e criadora

Mãe do equilíbrio, conciliação e amor

Mãe que embala a vida em suas entranhas

Sopro das emoções e inspiração nos homens

Do vigor das vagas ruidosas que dançam

Explodindo em espumas a beira-mar

Protetora dos que navegam em teu reino

Dos que não temem desafios das profundezas

E buscam alimentos para a sobrevivência

Mãe dos sonhos oníricos que invadem a noite

Enquanto a Lua te reverencia no mar

Abençoa a humanidade,

Odoiá minha Mãe Iemanjá.

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Comentário de Mônica do S Nunes Pamplona em 5 fevereiro 2013 às 4:30

Lindo, lindo Vera. E merecida homenagem.

Parabéns.

Bjsss

Comentário de Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ em 3 fevereiro 2013 às 15:28

Particularizada fé.

Um belo poema.

Beijosssssssssssss

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