Como um raio de sol que entrou por uma fresta

No quarto escuro em que me tranquei da vida que me resta

Ludibriou meus sentidos, entorpeceu meu corpo

Minha filosofia se perdeu em teu nome

És como uma chama que a tudo consome

Quero o teu encanto e quero o teu veneno

A pureza de um santo e o pecado mais obsceno
Quero te ensinar que no amor 
Não há sacrifício, martírio ou dor
Como dizem os padres e ascetas 
Quero lhe inebriar em deleites sem pudor
Como fazem os poetas.

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Comentário de Elías Antonio Almada em 19 março 2018 às 19:59

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 19 março 2018 às 16:44

Belo poema Poetisa. Parabéns pelo trabalho.

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