Quando dou por mim já a madrugada desponta

De Té

Quando chega a noite, não tenho vontade de me recolher

As horas passam além da noite serena, e vêm as recordações

de um passado de episódios que não me apetece reviver

Desvio meu pensamento ,das coisas que me causam emoções

O dia me adormenta e esqueço, que tenho uma vida

que tem de ser vivida, e procuro resistir, ao que me atormenta

Pesares que me cercam, e que não desejo serem recordadas

É nas horas mortas, que o silêncio atrai o que mais pesa na lembrança

Por isso me deito tarde já a noite vai alta, e é quando dá lugar

à poesia , ou procuro um dos muitos livros que ainda não li

quando já cansada o sono me chama, e.... me leva pra cama

Mal tombo a cabeça na almofada, vens ao pensamento é inevitável

vens ter comigo ,abraço-te rio desafio.te a abrir uma brecha no mar.

E falamos um dialogo de surdos e mudos .e nesse tom adormecemos

Tu tão longe de mim, mas há sempre que dizer , descubro-te cansado

,As nossas palavras seguem as rotas do tempo ,e chegam até ti adormentado.

Afago-te ,beijo-te, cubro.te estás frio, Depois ….já perto vem a madrugada

De Etelvina da Costa

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