quando o sino

dobra o destino

você

pode

ser e se

ver  aos moldes  angelicais

divinos  ao badalar  de vários sinos,  

quiçá, sentir o revoar de anjos advindos

voando  sobre os  cais de canais divinos

de lugares lindos, vendo-se bom menino.

quem  sabe se:   bela donzela.  porém,

jamais seja, mais um cretino. foi  você

que fez o seu próprio destino. plantou

amora  e não vai  colher pepino agora.

preste atenção para não se ver valdevinos.

não gosta de se imaginar  na peleja, tampouco,

sequer que assim seja. porém, esta vida também se

presta  ao além de mais uma festa pela fresta  da mais

gloriosa  e  universal seresta. uns  despistam  a vida  com

igrejas, outros a  regam com cervejas, há  os que  disputam-

na com força maluca e bruta. há os  fracos desistentes  da luta.

existem  os  barbitúricos  com sabores de frutas, embora, sejam

sulfúricos  como  cicuta. não vai  dar  uma de Sócrates, à  biruta.

também  há trutas a  pescarem suas trutas. dizem que há gente

inteligente também as malucas. não vá agora, por isso  também,

fundir sua cuca. seja  como for: “Viver não é flor  que se cheire”.

porém, o  forte resiste  a vida até à morte e com pouco de sorte

se  esforce no equilíbrio do dom do amor o qual  também advém

do  além. muito além do Sul ou do Norte. porém, a  vida ainda é

matizada à cor esmaecida, no laboratório do amor  o qual lhe dá

vida  colorida. você é o grande mistério, realmente um caso sério

deste nosso hemisfério. mas sua luta e desespero será verdadeiro

tempero da evolução, sem exagero. faça da luta seu entretenimento.

e se você não gostou dessa frase, sinto muito, ao lhe falar de  lamento.

pode  acreditar, não  estou a esperar  agradecimento, pois, tenho missão

a completar meu irmão, qualquer escrevente escreve o que lhe vem à mente.

é a prazerosa missão a qual deve se cumprir graciosamente, sorridente-contente.

é uma questão de expressão, na realidade é a Musa que usa a privacidade da mente

do missioneiro-escrevente.

porém,  espero

que lhe passe

essa fase de

lastimável

tormento,

lamento.

jbcampos

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Comentário de Jbcampos em 6 junho 2018 às 23:26

Margarida, não tenho palavras para agradecer tamanha deferência. Abraços.

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 6 junho 2018 às 17:36

Como diz uma poetisa querida: "Eu aplaudo de pé!"

O texto é belíssimo. Uma lição de vida. Um ensinamento profundo e como disse o mestre: "Quem tem ouvidos, que ouça."

Comentário de Jbcampos em 4 junho 2018 às 17:45

Obrigado, cara Miriam pelos aplausos. Abraços campônios.

Comentário de Miriam Inés Bocchio em 4 junho 2018 às 13:58

Comentário de Jbcampos em 3 junho 2018 às 17:00
Comentário de Elías Antonio Almada em 3 junho 2018 às 15:38

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