A ave mecânica,

sem vida,

morria.

A ave

morria sem poder

bater as asas.

Foi na linha do horizonte,

atrás do monte,

que as luzes se apagara.

Fiore

Reg. EDA/FBN

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Comentário de Dely Thadeu Damaceno em 1 novembro 2017 às 23:42

Meus Parabéns grande poeta Fiore! Sempre nos ensinando!!

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