Olhar o mundo é senti-lo,

comparar histórias, medi-lo,

decompor o velho menino,

sorrir dos antigos desatinos,

tornar a badalar os sinos.

É andar pela cidade,

rever os espaços da mocidade

e se deixar inundar pela saudade.

                         Julho/2015

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Comentário de Arlete Brasil Deretti Fernandes em 2 agosto 2015 às 16:35

Querido poeta Paolo

Gostei muito do poema.

É muito bonito e real.

Beijossss.

Comentário de Janete Francisco Sales Yoshinaga em 2 agosto 2015 às 14:51

Um poema primoroso,

reflexivo...encantador!

Parabéns querido amigo poeta Paolo!!!

Sublime!

Beijos

Comentário de LUCIA GUEDES (Lufague) em 2 agosto 2015 às 1:50

Saber e sentir toda essa beleza de subjetividade. 

Comentário de Isabel Cristina Silva Vargas em 2 agosto 2015 às 0:25

Lindo poema. Sensível  e muito real.

Isabel

Comentário de Maria Iraci Leal em 1 agosto 2015 às 22:53

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