Acossado por fantasmas inclementes
Ele entorna das lembranças mais um gole
Não há nada que o sossegue, que o console
Seu olhar, seu coração estão doentes

Embriaga-se, de si deixa o comando
Tropeçando em ilusões, perde os sentidos
Delicia-se em jardins bem coloridos
Já refeito do estupor volta chorando

Dolorosas emoções... Não se alivia!
Não consegue se apartar da boemia
Que das noites é assídua companheira

Que dilema! Quando sóbrio, a boca amarga
Plena entrega ao devaneio é dura carga
Se começa novamente a bebedeira

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Comentário de Sílvia Mota em 18 julho 2017 às 22:20

 Triste...

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