RESSUSCITANDO NA LUZ DO SOL AMIGO - Poesia nº 54 do meu primeiro livro "Em todos os sentidos"

 

 

Eu, no rumo perdido do horizonte,

Conduzo-me a sorrir ao sol amigo;

Ele, que no suor da minha fronte

É força e lutas, sem ter inimigo!

 

São lembranças do que me foi tão triste,

Apagando-se neste sol, morrendo!

Dor da separação não mais existe,

Pra trás ficou outro eu, lá sofrendo!

 

Foi o sol que eu vi agora desse mundo,

Como ele deve ser sim, realmente!

Ele, que abre o caminho num segundo...,

 

...Para que a alegria nunca se ausente e,

Veja bem, que tem vida lá no fundo...

É tua luz, que Deus me deu de presente!

 

Eduardo Eugênio Batista
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e protegidos por lei

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Comentário de Sílvia Mota em 20 março 2017 às 11:21

A luz do sol é cativante,

seja ao nascer... seja ao morrer...

Beijosssssssssss

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