A minha carne encosta em ti, convulsa
És oceano aceso e teu bulício
Ateia uma paixão que, indócil, pulsa
Deixando-me à mercê de um louco vício

Doçura bebo em generosos goles
Embriagado dos teus beijos plano
Qual pássaro bailante de asas moles
Cativo de um bafejo soberano

Ah, meu inflamadíssimo regaço
Sentindo me envolver o meigo abraço
Aos poucos me liberto das amarras

Amor, nos agradáveis rodopios
Enlaço meus secretos desvarios
Revelo do desejo as finas garras

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Comentário de Sílvia Mota em 7 outubro 2017 às 10:21

Simplesmente, M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O poema!

Tua inspiração alia-se à competência e encanta-nos o coração.

Parabéns e Felicidades!

Beijossssssssssss

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