Tu que me eras uma Deusa!
Desejo que poupe assim a dor
ao te reencontrar ao sair do meu cativeiro
imagino-me o teu corpo por inteiro.



Que tu possas estar aqui, ao meu lado
me ver e me ouvir como antigamente
que teu ser me vem, sem desconfiança
troca-nos santas Afeições, Sem esperança.


Oh! como é doce e consoladora a tua certeza
O horizonte do infinito vai se desenrolar diante de nós
não tendes mais o véu que oculta ao nossos olhos
então podemos contemplar os escolhos.


Entre aqueles que te amam e que amaste
sustenta-os na prova da vida, vela as lágrimas
que a luz se faça para nós, uma alegria sem fundo
nas certezas de que estás num melhor mundo.

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Comentário de Sílvia Mota em 3 janeiro 2018 às 9:42

Tristeza poética...

Comentário de Arlete Brasil Deretti Fernandes em 13 dezembro 2017 às 22:26

Poema belo que exprime uma grande angustia.

Arlete.

Comentário de Jaime A. em 12 dezembro 2017 às 4:02

Lindo e triste como um poema de tema tão trágico.

Parabéns!

Comentário de Paolo Lim em 9 dezembro 2017 às 9:57

De uma enorme beleza grilante... Bravoooo !

Comentário de Dulce de Souza Leao Barros em 9 dezembro 2017 às 7:10
Profundidade e beleza.
Comentário de Elías Antonio Almada em 9 dezembro 2017 às 2:49

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 8 dezembro 2017 às 22:17

Um poema muito especial. O título me surpreendeu.

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