Tu que me eras uma Deusa!
Desejo que poupe assim a dor
ao te reencontrar ao sair do meu cativeiro
imagino-me o teu corpo por inteiro.



Que tu possas estar aqui, ao meu lado
me ver e me ouvir como antigamente
que teu ser me vem, sem desconfiança
troca-nos santas Afeições, Sem esperança.


Oh! como é doce e consoladora a tua certeza
O horizonte do infinito vai se desenrolar diante de nós
não tendes mais o véu que oculta ao nossos olhos
então podemos contemplar os escolhos.


Entre aqueles que te amam e que amaste
sustenta-os na prova da vida, vela as lágrimas
que a luz se faça para nós, uma alegria sem fundo
nas certezas de que estás num melhor mundo.

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Comentário de Arlete Brasil Deretti Fernandes 6 horas atrás

Poema belo que exprime uma grande angustia.

Arlete.

Comentário de Jaime A. terça-feira

Lindo e triste como um poema de tema tão trágico.

Parabéns!

Comentário de Paolo Lim sábado

De uma enorme beleza grilante... Bravoooo !

Comentário de Dulce de Souza Leao Barros sábado
Profundidade e beleza.
Comentário de Elías Antonio Almada sábado

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA sábado

Um poema muito especial. O título me surpreendeu.

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Poema ao acaso...

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