Silêncio!

As palavras que brotam da Alma,
Sem cor, sem imagem, incendeiam
O coração mais frio e opaco,
Mas não o alimentam de pena....
A música, que me chega calma
Tem notas que me medeiam
O compasso do espírito fraco,
Tornando-me a nostalgia pequena.

Silêncio!
A voz estranha que oiço, a cantar,
Inunda-me o ser, de significado,
E quantos punhais podem matar
O meu destino, se ele está traçado?
Ninguém chegará ao meu interior
Se eu não permitir esse desejo,
Ainda que num intento, se for
Para receber um simples beijo.

Joantago

Exibições: 56

Comentar

Você precisa ser um membro de Poetas e Escritores do Amor e da Paz para adicionar comentários!

Entrar em Poetas e Escritores do Amor e da Paz

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 1 fevereiro 2018 às 13:22

Mas... muito bonito. Simples e gracioso.

Comentário de Elías Antonio Almada em 31 janeiro 2018 às 19:33
Bonito. Parabens
Comentário de JOSÉ CARLOS RIBEIRO em 31 janeiro 2018 às 17:17

O silêncio traduz um tudo, onde os ecos se calam, belíssimo

Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 31 janeiro 2018 às 9:52

A voz estranha que oiço, a cantar,
Inunda-me o ser, de significado,
E quantos punhais podem matar
O meu destino, se ele está traçado?

Destino esse destino traçado...que destrói todo o significado .... muito bom adorei seu silencio, parabéns caro poeta 

Comentário de Marcia Portella em 30 janeiro 2018 às 16:17

Seus  sentidos versos brotaram da alma com um belo final:

"Ninguém chegará ao meu interior
Se eu não permitir esse desejo,
Ainda que num intento, se for
Para receber um simples beijo."

Membros

Designers PEAPAZ

*Sílvia Mota*

*Margarida*

*Nara Pamplona

*Livita*

*Imelda*

*Toninho*

Poema ao acaso...

Visitantes

Badge

Carregando...

© 2018   Criado por Sílvia Mota.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço