Solidão

Solidão me  sufoca  lentamente

Minhas azs estão molhadas

São minhas lágrimas caladas

Que pesão em meu ser

 

Abro as azas não posso voar

O sol queima minha visão dolorida

 Vejo ao longe o pássaro voando

Logo atrás sua companheira o segue.

 

Rumam para o infinito azul

Meu desejo era segui-los

Talvez voem para oo paraíso

Mas as portas estão fechadas para mim

 

Vago pelas estradas sem fim.

 Sem meta sem linha certa

Mas duvida dde meu ser

Apenas uma interrogação

 

Não existe o ponro final

Quando não sabemos o caminho

Apenas uma  reta sem final

 Apenas linhas paralelas

Dione fonseca

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Comentário de Dione Fonseca de Barros em 27 novembro 2016 às 13:00

Obrigada querida láis pelo carinho sempre presente em meus escritos 

 te amo amiga 

Comentário de Lais Maria Muller Moreira em 2 novembro 2016 às 22:45

Lindo Dione!!!!!!!!!!!!!!!

Um retrato da solidão, onde não há rusgas, mas uma aceitação carinhosa, do momento vivenciado.

Amei!!!!!!!!!!!!

beijos

Comentário de Críspulo Cortés Cortés em 2 novembro 2016 às 14:02

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