Há que bom seria, poder tocar-te
Enrolar as minhas mãos no carinho
Entrelaçar o meu olhar no teu linho
Das carícias, assim, então amar-te

Há se eu pudesse trilhar o caminho
Dos sonhos que te fazem à parte
Dos ardentes desejos, ó doce arte
Bebida no afago, em taça de vinho

Onde andas tu ó cálida paixão baluarte
Venha e da solidão arranque o espinho
No vitral do sentimento és estandarte

Te quero no peito, coração, no verde ninho
Te espero no tempo que a demora reparte
Qualquer hora, não seja tarde, aqui sozinho!

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Fevereiro de 2017
Cerrado goiano

Exibições: 14

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Comentário de Lúcia Cláudia Gama Oliveira em 17 fevereiro 2017 às 10:51

 Lindo versos!

 Felicidades.

 Abraços

Comentário de Luciano Spagnol em 17 fevereiro 2017 às 5:19
Obrigado Maria Iraci Leal.
Comentário de Maria Iraci Leal em 16 fevereiro 2017 às 22:42

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