De repente ali, eu e tu, numa colisão
O coração disparado tal doce jornada
Os olhos então calados, a mão suada
E o peito sussurrando toda a emoção

Aí uma voz fez saber da tua chegada
E neste silêncio seco, uma explosão
De um olá! Então me vi num turbilhão
Pouco se fez o tempo, na veloz toada

Busquei descerrar minh'alma fechada
Para devorar-te numa franca devoção
Tal qual a paixão no cerne encarnada

E então neste soneto a minha canção
Pra celebrar a quimera aqui cantada
De amor, que é possível, que é razão...

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Fevereiro de 2017
Cerrado goiano

Exibições: 39

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Comentário de Mônica do S Nunes Pamplona em 21 fevereiro 2017 às 0:59

O encanto do lirismo, tua poesia traz.

Parabéns, pela beleza de composição.

Comentário de Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ em 17 fevereiro 2017 às 14:38

Comentário de Marcia Portella em 15 fevereiro 2017 às 14:44

Bela canção...

Comentário de Evandro Jorge do Espirito Santo em 15 fevereiro 2017 às 10:11

Linda e romântica poesia ! "encontro e bom D+++, principalmente quando nos satisfaz!" paz e bem poeta !

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