Há tantas coisas que dizer não pude...
Murmúrios amorosos, meus segredos
Cumprindo a pesarosa sina, rude
Findaram prisioneiros desses medos

Há tantos beijos mortos na quietude
Dos sonhos órfãos, lôbregos degredos
Calei dentro de mim a infinitude
Das emoções, os meus olhares ledos

Guardados num silêncio sem motivo
Os mimos que não dei naqueles dias
São folhas do meu lívido diário

Insuportável, bárbaro calvário
Aflige-me porque tu me querias
E de frágeis grilhões me fiz cativo

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Comentário de Sílvia Mota em 18 julho 2017 às 22:25

Belíssimos versos, ricos de emoção! Parabéns e Felicidades! Beijosssssssss

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