Minha alma andeja

Não deixa de voar

Nas asas da música

Que vai passando.

Ela me leva ao topo dos sonhos,

Coloca suas asas em meus ombros,

Faz-me andar por lugares

Ou que nunca fui antes,

Ou pelos quais tanto andei,

Que fazem parte de mim,

Despertando saudades.

São lágrimas e sorrisos que se misturam

Fundindo as alturas nos abismos.

Sou borboleta, sou pérola,

Sou etérea, sou rara,

Mergulhada no fundo dos oceanos

Vislumbrando as estrelas no céu dourado.

Meus pés têm asas,

Minhas mãos alcançam o infinito,

Visto-me com mantos flutuantes

Ao sabor do vento

Que continua a afagar meus mimos.

Sou eu.

Eu, apenas,

Que não paro de sonhar.

     (Janeiro/2014)

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Comentário de Sílvia Mota em 17 setembro 2017 às 18:20

Excelente poema!

Inspiração rica de beleza e conteúdo temático!

Parabéns e Felicidades!

Beijosssssssss

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