Despencam-me cristais avermelhados
É sangue de lamúrias infinitas
Sorrisos a jazer, petrificados
Atiro em rude chão... Dores malditas!

Torturam-me terríficos passados
Assombrações de histórias já escritas
O meu lamento espiam esfaimados
Os mais imundos, torpes parasitas

Esfrangalhado, vago em trilhas tortas
Seguindo desgarrados beija-flores
Coitados! Sofrerão em terras mortas...

Nos pedregais insípidos, nefastos
Não têm lugar as telas multicores
De que nos desatinos vejo rastos

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Comentário de Janete Francisco Sales Yoshinaga em 14 junho 2017 às 7:09

Belíssimo soneto.

Perfeito, um primor, bom dia!

Beijos

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