Tiara astral
De Té
Desmoronou-se a minha tiara astral
Nos céus, não vejo o teu nome escrito
Um lampejo de rasto sideral
Traça insígnias, que não sei decifrar
Cegos ,estão os meus olhos
De tanto olhar as estrelas
Em noites claras de lua cheia
Onde está aquela que eu mirava?
Perdia-a, seja a fraqueza do meu olhar
Que já a não deixa enxergar

  • Sossega 
    Teus suspiros são vãos
    Não memorizes contendas
    No espaço celeste, está lá a tua estrela
    Naquele tempo! que saudades te atormentam!
    Eram mais nítidos os teus olhares.
    Envoltos em líricas ingenuidades
    E musicalidades, de teus floridos anseios
    Agora nebulosos os teus desejos
    Vedada te parece ,estar, imersa na escuridão
    Da tua imensa decepção
    Entende-a como ironia que te alivia
    Já não tem a mesma alegoria
    Transformou-se em luar, que mais amplo alegra o teu olhar

    Não te percas em relíquias
    Não exaltes o seu valor,
    a vida sim essa merece louvor só por ser vida.
    De Té

Exibições: 29

Comentar

Você precisa ser um membro de Poetas e Escritores do Amor e da Paz para adicionar comentários!

Entrar em Poetas e Escritores do Amor e da Paz

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 25 junho 2018 às 9:28

Belíssimo, como sempre. Uma grande riqueza poética.

Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 24 junho 2018 às 14:33

Obrigada poeta Miriam Inês ..  o luar encobre as estrelas torna aimensidão apenas iluminada pelo luar  mas tudo está lá escondido plena luminosidade da lua ..   Me nonra sua presença . beijo

Comentário de Miriam Inés Bocchio em 23 junho 2018 às 14:34

Comentário de Elías Antonio Almada em 22 junho 2018 às 20:42

Membros

Designers PEAPAZ

*Sílvia Mota*

*Margarida*

*Nara Pamplona

*Livita*

*Imelda*

*Toninho*

Poema ao acaso...

Visitantes

Badge

Carregando...

© 2018   Criado por Sílvia Mota.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço