Num proceloso mar navego solitário...
Não têm sabor algum e longos são meus dias,
bafejam gelidez as bravas ventanias,
rasgando o coração, esse vazio sacrário.

Vultosas aflições em árduo itinerário
entranham-se a sugar as parcas energias...
Cortinas de terror me cercam quão sombrias!
Funesta emanação do lacrimal sudário...

Apelos de pesar desesperadamente
ecoam, embebendo um incompleto leito.
É chuva que não cessa, é servidão doente...

Veredas abismais com ilusões enfeito.
Tentando aliviar o que me dói, latente,
flagelos, desamor e tudo mais aceito.

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Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 18 março 2018 às 15:28

Belíssimo Poeta Jerson. Parabéns.

Comentário de Elisiário Luiz em 14 março 2018 às 18:00

 Quão grande empenho parabéns Fique Bem!

Comentário de Elías Antonio Almada em 14 março 2018 às 14:17

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