Vereda sin vida - sobre la imagen- Arte de Rodolfo Araneda-Chile-

.

Condúceme hasta el libro 

abierto entre horizontes

donde un banco vacío

sin letras y sin nombres

reclina su esperanza.

 .

Atraviesa la estepa

bajo la sombra muda

del árbol que me espera

creciendo entre la bruma.

.

Las aves se alinean

con su mágico vuelo

 ante ese sol poniente

que besa mis desvelos.

.

Y cuando el libro viejo

de hojas amarillas

descarte mi llegada,

 que sean otras vivencias

 las que dejen su huella

 -si en él no escribo nada-.

 .

La vereda sinuosa 

escapa a los destinos

cerrando otros caminos

con soledad abyecta

de vida silenciosa

abriéndonos su puerta. 

.

Solidão.

Silêncio...

Uma historia vazia de vida sem viver, sem deixar marcas, sem escrever

na vereda solitaria que chega até a cadeira embaixo da sombra,

 da também solitária árvore, no meio do mundo real.

 Um livro velho sem uma só palavra...

 Ás vezes sobram.

O mesmo silêncio é toda uma história de vida e sentimentos

para contar e tentar escrever.

Ou não... Sei lá.

.

 Nieves Merino Guerra

Gran Canaria - España

 19 de agosto de 2016

 

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Comentário de Nieves Merino Guerra em 13 junho 2017 às 16:15

La imagen puede contener: texto

Comentário de Nieves Merino Guerra em 24 abril 2017 às 14:14

Comentário de Neusa Marilda Mucci em 25 agosto 2016 às 14:14

Comentário de Maria Iraci Leal em 25 agosto 2016 às 14:04

Solidão.

Silêncio...

Uma historia vazia de vida sem viver, sem deixar marcas, sem escrever

na vereda solitária que chega até a cadeira embaixo da sombra,

 da também solitária árvore, no meio do mundo real.

 Um livro velho sem uma só palavra...

 Ás vezes sobram.

O mesmo silêncio é toda uma história de vida e sentimentos

para contar e tentar escrever. Ou não... Sei lá.

.

 Nieves Merino Guerra

Gran Canaria - España

 19 de agosto de 2016

Comentário de Maria Iraci Leal em 25 agosto 2016 às 13:56

Nieves Merino Guerra

Lindo demais, demais,

encantada querida hermanita Nieves,

felicidades, besos MIL.

Comentário de Lais Maria Muller Moreira em 25 agosto 2016 às 13:46

Vidas murchas, onde os jardins não florescem, onde as banalidades tomam conta...

Belo Princesa!

miles de beijos

Comentário de Críspulo Cortés Cortés em 25 agosto 2016 às 2:14

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