Desfolhando meu devaneio

 

 

 

 

 

Desfolhando meu devaneio

De Té

 

Deixa-me acalmar para que enfim tenha alegria.

Deixa, que esta fogueira de mim, esfrie sem agonia-

Não me falem de amor, nem me falem da morte.

A palavra amor não quero ouvir, sofri calada, fria.

Deixa-me ficar aquietada ,parar de vaguear sem norte.

Quero continuar a desejar o amigo de toda a vida.

Oponho-me a este amor, e não deixo de te anelar.

Esta minha depressão, vem do desprendimento

que gera esta emoção, por não te deixar de amar

Não me orgulho, nem desdenho do meu abatimento.

É bom que compreendas, que é grande meu pesar.

e complexa a razão, deste sofrido deslumbramento

Não quero ouvir falar de amor, tampouco da morte.

Meu coração sofre, mas friamente a dor retenho.

Ñão quero pensar no tempo, que a ilusão foi meu norte.

Que me guiava, para te encantar ver-me no teu olhar.

Exaltada nessa paixão, não entendia que era o sonho

cruel. que me invadia a vida, sem me deixar raciocinar.

 

De Té.

Votos 0
Enviar-me um e-mail quando as pessoas deixarem os seus comentários –

Para adicionar comentários, você deve ser membro de Portal PEAPAZ.

Join Portal PEAPAZ

Comentários

  • DIAMANTE PEAPAZ

    Extravasas em versos a inquietude de coração dolorido. Beijosssssss

    • Querida amiga estou a acordar de um tempo de dores fisicas e espirituais.de sentimentos que me fizeram feliz e outro tanto de amargura ,a vida ainda nos pode dar possibilidade de maiores saberes e o tempo nos mostra os caminhos pedregosos e outros iluminados e floridos .Em todos a vida absorve todo o bem e todo o mal que por ela vamos recebendo essas lições de vida que são a experiência que adquirimos e dela extorquir o que cada um de nós pode  formatar  seu caracter para o bem ou para o mal.

      Beijos querida 

      Sim Sílvia meus versos são os meus sentimentos .são a forma de extravasar minhas inquietações beijosssssssssssssssssssss

       

       

This reply was deleted.