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❀Imortais na Literatura❀

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Comentário de ALDA MONTEIRO TOLEDO em 7 agosto 2012 às 13:10

Rio na sombra - Cecília Meireles

 
 
Som
 
frio.
.
Rio
Sombrio.
.
O longo som
do rio
frio.
.
O frio
bom
do longo rio.
.
Tão longe,
tão bom,
tão frio
o claro som
do rio
sombrio! 
 

Poetisa, professora, pedagoga e jornalista, cuja poesia lírica e altamente personalista, freqüentemente simples na forma mas contendo imagens e simbolismos complexos, deu a ela importante posição na literatura brasileira do século XX. Nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 07/11/1901 e veio a falecer na mesma cidade em 09/11/64. Casou-se duas vezes e deixou três filhas.

Embora vivendo sob ifluência do Modernismo, apresenta ainda em sua obra heranças do simbolismo e técnicas do classicismo, gongorismo, romantismo, parnasianismo, realismo e surrealismo, razão pela aual sua poesia é considerada intemporal.

Entre os vários livros de poesia publicados após 1939 tem-se: Vaga Música (1942), Mar Absoluto e Outros Poemas (1945), Retrato Natural (1949), Romanceiro da Inconfidência (1953), Metal Rosicler (1960), Poemas Escritos na Índia (1962), Solombra (1963) e Ou Isto ou Aquilo (temática infantil, 1964).

Escreveu também em prosa, dedicando-se a assuntos pedagógicos e folclóricos. Produziu também prosa lírica, com temas versando sobre sua infância, suas viagens e crônicas circunstanciais. Algumas de suas obras em prosa: Giroflê giroflá (1956), Escolha seu Sonho (1964) e Inéditos (crônicas - 1968).

 

 

Comentário de Sueli Fajardo em 24 março 2012 às 22:49

Obrigada pelo convite, Lu e Sílvia. Cá estou. Beijos.

Comentário de Sueli Fajardo em 24 março 2012 às 22:49


Uma crônica para Chico
Durante a minha infância, morei em uma cidade bem pequena e pacata... mais pequena que pacata... o que não vem ao caso agora.
Meus pais, como quase todos os pais daquela época, preocupavam-se com a programação que eu e meu irmão assistíamos na TV, bem como o horário de dormir, pois estudávamos no período da manhã.
Eu não gostava nada nada daquilo. A televisão me fascinava. Porém, não ousava questionar qualquer ordem dos meus pais, especialmente se vinda, com veemência, da minha mãe. Questionava apenas em pensamento, porque, apesar de quase ter certeza de que ela, ainda assim, me ouviria, não poderia provar.
Eu e meu irmão tínhamos a mania de arrastar nossos colchões para o quarto dos meus pais e dormir por ali. Numa noite, quando já estávamos deitados, volume da TV baixo, luzes apagadas, pude ouvir as risadas de meu pai.
Puxa, como fiquei curiosa... ! Estiquei meus ouvidos o máximo que pude, para ouvir o que ele ouvia, tentando entender o que estava passando na TV e porque era tão engraçado.
Era uma tentação a vontade de saber o que meu pai assistia. Consegui entender algumas falas. Compreender, nadica.
Passei então a me deitar sempre próxima à porta e a ficar escutando, quando sabia que era o dia do meu pai rir muito. Foi aí que fui escutando as piadas e fazendo as ligações com o que eu ouvia meu pai e meus professores falarem, com o que eu assistia nos jornais. Nesse momento, também passei a rir, compreendendo alguma coisa.
Nossa! Achei muito engraçado, mas de uma forma muito inteligente. Se naquela época eu soubesse o que era sutil, diria que sutil também. E elegante.
Era engraçado, inteligente, sutil e elegante!
Minha mãe nem sempre acompanhava meu pai, nesses momentos hilários. E foi numa dessas noites, em que ela resolveu dormir mais cedo, que eu fui me arrastando ousadamente pelo chão e me coloquei ao lado do sofá, onde estava meu pai. Fiquei ali, vidrada, assistindo ao Chico City.
Nesse momento conheci Chico Anysio. Ele estava ali, diante de mim, fazendo-me rir e refletir. As piadas dele, para mim, eram como quebra-cabeça ou, melhor ainda, um enigma, em que eu teria de recorrer aos meus poucos conhecimentos e buscar outros, para compreendê-las completamente.
Quando não tinha jeito, perguntava ao meu pai:
- Por que ele disse isso, pai? Por que isso foi tão engraçado?
E meu pai, com toda a paciência que Deus lhe deu, respondia e explicava o sentido da piada.
Fui me tornando, a cada semana, mais fã daquele homem que aparecia na tela da TV e que nos fazia, meu pai e eu, rir tanto. Além disso, foi por causa dele que eu pude ficar, pelo menos uma vez por semana, mais um pouco na sala, à noite, assistindo ao programa.
Minha mãe não gostou da ideia, mas respeitou o pedido do meu pai:
- Ela assistirá somente ao Chico City e irá direto para cama. Quanto aos outros dias da semana, não haverá desculpa para dormir tarde.
E assim, passei minha infância, adolescência e até o presente momento acompanhando, pela TV, a carreira desse homem genial, que tanto colaborou com a cultura, com a alegria e com a reflexão crítica e bem humorada dos nossos costumes, da nossa política, das nossas atitudes como seres humanos e brasileiros.
Chico Anysio, a quem nunca conheci pessoalmente, mas que, ainda assim, pude conhecer, mesmo que pela TV, tinha a alma talentosa, iluminada e generosa. A ele, minha sincera e humilde homenagem.
Beijos, Chico.

 Imagem> Google Imagens

Comentário de Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ em 24 março 2012 às 16:41

Excelente texto, Lufague. Emoção... Beijossssssssss

Comentário de LUCIA GUEDES (Lufague) em 24 março 2012 às 15:49

CHICO ANYSIO!

 

  O velho Chico,um cearense arretado, seu legado, sua genialidade como humorista, também escritor, compositor, criador de mais de duzentos personagens, protagonista da maior escola de humor (esse sentimento de descontração d’alma). Entre seus relevantes personagens mais de setenta por cento eram nordestinos inspirados em sua sabedoria. Um homem, ídolo repleto de historias e causos para contar na genialidade de seus textos que nas entrelinhas trazia muitas vezes, a criticidade (construtiva) como mensagem reflexão.

Deixa saudades o velho Chico que bem disse; “Que no humor todos são insubstituíveis e o talento pertence à posteridade”.

Carinho, Lu

 

 

Comentário de Maria das Graças Araújo Campos em 10 janeiro 2011 às 18:55

Querida Sílvia Mota!

Agradeço-lhe o convite e espero aprender com o grupo e particicipar na medida do possível!

Um beijo.

Graça Campos

 

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