Cinzas

 

3542365156?profile=RESIZE_584x 

Cinzas
De Té

De mãos dadas as minhas dores se exaltam
Onde me deploro e oro me saciando
Esculpo belas mágoas que me arrastam
Na pedra marmoreia do meu sentimento

E em amansadas dores impúdicas me desatino
E cinzelo a minha obra entalhada do irreal
Entre teus braços fortes estilhaço meu destino
E fica dentro de mim a criação em pedestal

oh! louca poeta da ilusão que te cativas
A um sonho nascido num tempo de aromas
que perfumaram tua mente entre liras.

De musicais sorrisos e amores devaneadas
libidos onde te abrasaste fogosa sereia
A Neptuno entregaste concha de cinzas apagadas

De Té Etelvina Costa
16-04-2013

Para adicionar comentários, você deve ser membro de Portal PEAPAZ.

Join Portal PEAPAZ

Enviar-me um email quando as pessoas responderem –

Respostas

  • Bonito poema. Aplausos. Bjos

    • Obrigada querida agora parei de escrever ando doente depois mais tarde farei mais poemas assim Deus me ajude e me guie me abra caminhos de   bem e me livre do mal  assim como desejo a meus amigos poetas

      beijos amiga Lindo nome Flor da madrugada

       

       

      8674450070?profile=RESIZE_584x

       

    • DIAMANTE PEAPAZ

      Não permita que as tristezas levem para longe a Poesia que te habita. Pelo contrário... Beijossssssssssss

    • Querida Sílvia a poesia faz parte de mi existe na minha mente no meu coraçãoMas quando o corpo cede a poesia não morre apenas amortece . beijossssssssssssssssssssspoéticos 

    • Se a tristeza me permitisse apenas a alegria habitaria meu coração . Já não depende de mim mas deste traste velho e sem forças que habita em mim e  que me tira a alegria de viver.Minha poesia já é esforçada e sem o fervor  que a habitava .já não nasce do coração mas de palavras arrancadas com esforço desse dom que se fecha  e não me deixa livre para escrever o que a emoção me dita. Hoje sou uma poetisa morta escrevo e rasgo o que a minha alma me dá de esmola e não aceito . Quero mais e mais e melhor quero tudo do que era capaz que saia de mim como agua pura de uma nascente e corria cantando serra abaixo rasgando trilhos floridos e cantantes. Hoje não sou nada apenas escrevo meia duzia de palavras  inuteis que destruo porque sou antes do leitor a principal critica dos meus trabalhos. Obrigada Querida beijosssssssssssssssssssssse imensas desculpas de estar tão sumida . Escondo-me para que não me procurem no escuro onde hoje habito onde a beleza das palavras iluminava esse cubiculo e já.já não entram nele. 

This reply was deleted.