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Reservado à publicação de Microcontos, curiosa forma de expressão literária.
Criado por Sílvia Mota

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Comentários

  • El Niño y el viejo
    Caminaba el niño solo por la sábana. Acalorado lo consigue un anciano arreando su burro. El niño le pide un poco de agua; él saca una cantimplora y le da.
    El niño saciado, le pregunta:
    -Me puedes llevar hasta mi casa?.
    El viejito le contesta con gran emoción:
    - Claro hijo sube a mi burro, llegaremos a tu casa.

    El viejito, sacó un sombrero y se lo puso al chico para taparlo del inmenso sol.

    Autor Pedro Ordaz.
  • MINICONTO

    Risos e rios

    Risos eram poucos, satisfeita, e que barrigão... No carro lá adiante ele já podia escutar seus passos arrastando a rasteirinha, vinha rindo e acarinhava a barriga, em poucos dias interaria nove meses. Como tinha ficado bonita grávida a danada, mais bonita ainda. Precisava afastar aqueles pensamentos.Foco no plano. Aldroaldo sentia um leve suor, algum palpitar, nada que o afastaria do caminho traçado...
    Élida entra no carro que sai cantando pneus.
    (...)
    Até agora, os bombeiros continuam as buscas.
    O foco: Encontrar o corpo da grávida atirado ao Rio dentro de um tambor...
    Um dia... Pode ser começo, meio e fim da história de cada um...

    # Inspirado em fato real.
  • As cinzas do AMOR

    Todas as noites de sexta eram assim, arrumava-se com alinho e ia à missa. Na volta, o coração apaziguado mudava de cor. Era de um roxo sensual. Trancava-se no quarto, banahava-se e depois de um segundo banho de perfume uma lingerie lilás colocava, rimando com sua sensualidade, ao som uma música... seguida de uma dança,e um estreep-tease....
    Ardentemente em lençóis desalinhados, fazia amor com seus dedos e sonhos, enquanto ao seu lado sobre a cama em um recipiente transparente lacrado com tampa de prata, jazia as cinzas de seu amor perdido, uma foto amarelada que lhe sorri e algumas secas pétalas de flores...
    Lembranças...
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O que é um Microconto?

Os Microcontos constituem-se numa nova vertente da microliteratura, consagrada pelo escritor guatelmateco Augusto Monterroso. Uma das suas mais célebres obras, "O dinossauro", é considerado o menor conto da literatura mundial: "Cuando despertó, el dinosaurio todavía estaba allí" - "Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá". O repto em destaque é contar alguma coisa em pouquíssimas palavras de calculados toques.

Deve-se ressaltar que os microcontos, tanto na forma quanto no conteúdo, diferem-se dos poetrix, dos haikais e das meras frases soltas. Um microconto caracteriza-se por ser micro-narrativa, que prima pela concisão e brevidade e causa no leitor um efeito de impacto. Este impacto pode ser provocado pelo essencial que permanece no ar e se confunde ao ritmo da atmosfera, pela forma de narrar ou, ainda, pela linguagem sedutora do autor. Conquanto sejam buliçosas as diretrizes, opta-se, neste recanto, por realizá-los em, no máximo, 300 caracteres (contando espaços, letras e pontuação).


Abaixo, alguns Microcontos da autoria de Sílvia Mota


Santa ou puta?

Era uma vez moça pura que virou santa. Um dia, achou seu príncipe encantado virtual. De santa foi puta. E, assim, santa-puta, foi feliz para sempre.


Estrada longa

Quando dobrei a curva do passado, sentei-me a chorar, aliviada.



Mar destruidor

Dos confins da paixão, regressaram o eu-mulher e a fêmea. Tudo o mais se foi.



Fim de caso virtual

Quando Lu se conectou ao msn, Ju não estava mais lá.



Viagens

Pelas vias de Roma, em “Epopéias”, foi cognominado o humano “mais polido” que empunhara um verso e, ao mesmo tempo, o “mais inexorável” sedutor do coração femíneo e o “mais afetuoso” poeta que se conectara à Net, a degustar a pressa das damas.

Ao encontrá-lo no MSN, estremeci.

Grupo aberto à criatividade dos nobres autores