Posts de Evilazio Ribeiro (157)

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PARA PENSAR:

“Os homens são tão simples que quem quer enganar sempre encontra alguém que se deixa enganar” Maquiavel.

 “Acho que na época da ditadura nós tínhamos mais liberdade de falar as coisas do que hoje durante o período eleitoral”..Jô Soares.

 

“Talvez haja apenas um pecado capital: a impaciência. Devido à impaciência, fomos expulsos do Paraíso; devido à impaciência, não podemos voltar”Franz Kafka.

Tudo o que é sólido se desmancha no ar” Karl Marx .

 

 “Se estiver passando pelo inferno, continue caminhando” Winston Churchill. 

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Muita paz e luz !

PARA REFLETIR:

Bom dia.
Muita paz e luz !

 “Onde não há igualdade, a amizade não perdura” Platão.

“Não plante amor se não pode cultivá-lo. Cada um tem de mim exatamente o que cultivou... Se o que tens a dizer não é mais belo que o silêncio, então cala-te” Pitágoras

“Para aqueles que não entendem de amor, a Terra não é redonda nem quadrada... Plante amor e paz e a vida lhe trará colheita de paz e amor” Chico Xavier.

“O mal da igualdade é que nós só a queremos ter em relação aos nossos superiores”

Henry Becque.

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 Para Refletir Hoje:

 


“O PROBLEMA NÃO É QUE EXISTEM PROBLEMAS. O PROBLEMA É ESPERAR QUE ELES SEJAM,  DE OUTRA FORMA E PENSAR QUE TER PROBLEMAS É UM PROBLEMA.” Theodore Rubin.


“O HOMEM DE BEM EXIGE TUDO DE SI PRÓPRIO; O HOMEM MEDÍOCRE ESPERA TUDO DOS OUTROS.” Confúcio.

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A FELICIDADE COMO META

A FELICIDADE COMO META
Evilazio Ribeiro – Bacharel em Direito

Colocar a felicidade como meta é bem comum, mas difícil na avaliação, que têm sempre críticas a fazer, a vida familiar, a financeira e a afetiva, do seu chefe, do ambiente, de alguns colegas e da correria do mundo atual. Ao contrário do que muitos pensam, contudo, ser plenamente satisfeito e ser feliz é possível. 
“É uma meta alcançável”, afirma o headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Weider Silva. “Essa felicidade está relacionada com o indivíduo”, ressalta: “o campo profissional não está isolado e recebe interferências de outras áreas da vida, como a familiar, a financeira e a afetiva, por exemplo.” “SE UM LADO ESTÁ DESEQUILIBRADO, ELE AFETARÁ O OUTRO”. “A questão não é ter nenhum problema, mas saber equilibrar todos os que temos”. 
Aprendendo com as experiências passageiras e vivendo as que são eternas como: trabalhar, amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar. Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque minha mulher não é como eu esperava, porque meus filhos e meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai. Amemos a vida que temos, mas, não porque nossa vida é mais fácil do que a dos outros. É porque decidimos ser feliz como indivíduo e nos responsabilizamos por nossa felicidade. Quando tiramos essa obrigação das nossas mulheres e de qualquer outra pessoa, deixando-os livres do peso de nos carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve. Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto à de assumir e promover sua felicidade! SEJA FELIZ, caro amigo leitor, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor. Peça apenas ao seu DEUS que lhe dê serenidade para aceitar as coisas que você não pode mudar coragem para modificar aquelas que podem ser mudadas e sabedoria para conseguir reconhecer a diferença que existe entre elas.
Não reflita apenas. Mude! E SEJA FELIZ SEMPRE!
Neste Natal gostaria de saudar todos meus amigos e inimigos com a frase: “A gente não faz amigos, reconhece-os.” Vinicius de Moraes.
PARA REFLETIR:
“Alguns se elevam pelo pecado, outros caem pela virtude” William Shakespeare.

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Se semeio urtigas, não posso colher rosas

Deus está em toda a parte ao mesmo tempo, em redor de você, dentro de você! Jamais você está desamparado. Nunca está só. Não permita que a mágoa o perturbe: procure manter-se calmo, para ouvir a voz silenciosa de Deus dentro de você. Assim, poderá superar todas as dificuldades que aparecerem em seu caminho, e há descobrir a Verdade que existe em todas as coisas e pessoas.

Um antigo provérbio diz:

"Se semeio urtigas, não posso colher rosas". 
É através das minhas ações que o mundo reage a mim. 
Elas plantam as sementes do meu futuro. 
Se tenho atitudes raivosas, obtenho respostas raivosas. 
Se desempenho ações pacíficas, os resultados são pacíficos. 
É através das ações que eu crio fortuna ou infortúnio. 
Deveríamos deixar que todas as nossas ações 
fossem para edificar ao invés de violentar.

By Brahma Kumaris

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PARA REFLETIR:

 

“A morte não extingue, transforma; não aniquila, renova; não divorcia, aproxima”.
Rui Barbosa.
“A justiça atrasada não é justiça; senão injustiça qualificada e manifesta”
Rui Barbosa.

“Erros são, no final das contas, fundamentos da verdade. Se um homem não sabe o que uma coisa é, já é um avanço do conhecimento saber o que ela não é” Carl Jung.

“Os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a primavera” Bertold Brecht.

“Quem aplica um castigo quando está irritado, não corrige, vinga-se” Michel de Montaigne.

“Nem tudo o que dá certo é certo” David Capistrano.

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PARA PENSAR:


“O aborrecimento é uma das faces da morte” Jules Green.
“A previsão de males futuros suaviza a chegada deles” Cícero.
... “Suba o primeiro degrau com fé. Não é necessário que você veja toda a escada. Apenas dê o primeiro passo” Martin Luther King.
“Não fales da tua sorte a um homem mais desgraçado do que tu” Pitágoras.

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O flanelinha e a insegurança

O FLANELINHA E A INSEGURANÇA

EVILAZIO RIBEIRO

Um dos maiores problemas do cidadão brasileiro nos dias de hoje, é a insegurança que lhe tira o sossego e tranqüilidade de vida no seu cotidiano. A população padece de uma verdadeira “neurose” pelos constantes transtornos, sustos e apreensões que enfrenta, pois, em casa ou nas ruas é desprovida de segurança. Essa situação já deveria ter merecido dos governos uma atenção maior, para que ações preventivas severas fossem feitas. Mas, infelizmente, não se constitui em prioridade para os poderes constituídos, mesmo não estando eles livres da criminalidade, apesar de possuírem regalias que o povo em geral não tem. Todos de braços cruzados assistindo a um filme que não é mais ficção, e sim, uma triste realidade do nosso dia a dia!

Quem ainda não foi extorquido por flanelinha? Essa prática ocorre em todas as artérias da cidade. Se a polícia quiser não terá dificuldade para flagrar esses atos criminosos. Trata-se de uma pratica ostensiva e ilegal onde nenhum condutor de veiculo esta imune. A polícia presencia esse absurdo, mas, enquanto não houver um ato de violência e que venha mesmo a causar alguma morte, nada faz para coibir esse ilícito. Desses “donos da rua” que arbitram o valor a ser pago como se fossem proprietários do espaço pelo qual pagamos impostos (a depender do porte do veiculo e mesmo da ocasião os valores são modificados). Essa prática não fica a dever ao crime organizado que domina o país de norte a sul.  Independente do ato extorsivo e criminoso, qual o orçamento familiar que agüenta em cada esquina uma cobrança indevida, descabida e arbitrária por um “serviço” que não pedimos nem autorizamos? Mesmo sendo ilegal, há alguns anos, fala-se que ira ser criado um cadastro deles, legitimando-os para cobrar “mais um abuso” que não deságua nos cofres da municipalidade nem tampouco sofrem cobrança de taxas ou algo assemelhado.

 E, assim, estaremos legitimando mais uma vez aquilo que é ilegítimo e ilegal... O que mais poderemos esperar das nossas autoridades? Qual a autoridade que um “flanelinha” tem para guardar um automóvel?

 Se um marginal quiser roubar ou danificar o veículo que atitude ele poderá adotar sem portar uma arma e sem treinamento algum? 
Outra praga que nos assola são os “vigilantes das ruas” que sem nenhuma qualificação ou prerrogativa se arvoram de donos das ruas para extorquir da mesma maneira os cidadãos de bem, faço questão de repetir – de bem. Nesses casos, não pedimos os nenhum “serviço” e eles assumem o lugar da policia... 
É possível que futuramente venham questionar seus “direitos trabalhistas” e continuaremos eternamente reféns e vitimas de um Estado totalmente falido, onde a policia não assume o seu papel de garantir o direito de ir e vir dos cidadãos deixando nossa Carta Magna como um simples papel ultrapassado tal qual um livro velho de estante... PARA PENSAR: “O pecado de elogiar é o de causar maior vaidade àqueles que já não enxergam acima da lama em que afundam”.Dalai Lama.

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STEVE JOBS

PLAGIANDO STEVE JOBS- “Não administro espezinhando as pessoas,mas,se algo não sai certo, digo na cara. Sei do que estou falando e quase sempre tenho razão.” As vezes sou duro ao dizer pense que: “As pessoas que estão  a sua frente são burros seja claro, explicando o necessário pois só você sabe o que quer.”

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votado

PARA PENSAR: “Prefiro ser odiado por quem sou do que ser amado por quem não sou”  Kurt Cobain PARA REFLETIR:  “Não há nada como a liberdade”  Nelson Mandel

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HOMENAGEM ÀS CRIANÇAS

"O PRIMEIRO DEVER DO HOMEM EM SOCIEDADE É SER ÚTIL AOS MEMBROS DELA; E CADA UM DEVE,SEGUNDO AS SUAS FORÇAS FÍSICAS OU MORAIS, ADMINISTRAR, EM BENEFÍCIO DA MESMA OS CONHECIMENTOS, OS TALENTOS QUE A NATUREZA, A ARTE, OU A EDUCAÇÃO LHE PRESTOU" (HIPÓLITO DA COSTA - Londres, 1 de junho de 1808 .

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Para sentir-se feliz no mundo, é suficiente descobrir que o verdadeiro encanto da vida é a vida mesmo.
PARA APROVEITAR A VIDA, O QUE IMPORTA É A ALEGRIA, MUITO MAIS DO QUE A FELICIDADE. Então, o que é a alegria?
Ser alegre não significa necessariamente ser brincalhão. Nada contra ter a piada pronta, mas a alegria é muito mais do que isso: ser alegre é gostar de viver mesmo quando as coisas não dão certo, ou quando a vida nos castiga. É possível, aliás, ser alegre até na tristeza ou no luto, da mesma forma que, uma vez que somos obrigados a sentar à mesa diante de pratos que não são nossos preferidos ou dos quais não gostamos, é melhor saboreá-los do que tragá-los com pressa e sem mastigar. Melhor, PORQUE A RIQUEZA DA EXPERIÊNCIA COMPENSA SEU CARÁTER EVENTUALMENTE PENOSO.

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VOCÊ, AMIGO, ESTÁ PRONTO PARA SER UM VENCEDOR 

 

 

Já aprendi que tudo na vida tem um preço e que precisamos pensar nas conseqüências do que fazemos e sobre onde colocamos nossas expectativas e energia. Descobri que é importante agir com consciência, e por mais estranho que possa parecer, desenvolver essa responsabilidade é algo muito libertador. Como já fui uma pessoa muito impulsiva, posso dizer que o preço de um engano é alto. Mas é claro que, como todo mundo que trabalha, tenho meus sonhos, quero vencer e busco sempre melhorar. "VENCEDORES SÃO AQUELES QUE RECONHECEM SEUS LIMITES". Hoje vejo  no quanto é importante a gente saber dos nossos limites, e não agir buscando algo que não iremos ter condições de carregar. E vemos esse tipo de atitude em muitas coisas na vida. Às vezes as pessoas fazem promessas em relacionamentos, com filhos, no trabalho, nos quais assumem responsabilidades que não tem condições de bancar. DAI VÊM DÍVIDAS, GENTE RECLAMANDO, COBRANÇAS E MAIS COBRANÇAS, TRISTEZAS E DECEPÇÕES E, NATURALMENTE, INSUCESSO. Infelizmente muita gente quer o sucesso, mas não analisa friamente os momentos que já viveu, como se fosse possível virar uma página rasgando o passado ou lidando com as intempéries já vividas na postura da vítima, como se a vida lhe devesse algo, ou como se a sorte o tivesse abandonado. Os A vivencia nos  ensinam que devemos nos analisar profundamente e aprender com os erros, pois a cada momento estamos interagindo e criando o mundo que nos cerca. "AQUELES QUE VENCEM, SÃO OS QUE SUPERAM SEUS DESAFIOS".PENSANDO  isso me lembrei de que, ao atravessar um momento difícil na vida, questionei por que não éramos  poupados de decepções e situações tão difíceis, porque é justamente por vencer as provas que assumimos o nosso poder pessoal. Assim, parece claro que vencer os desafios exigirá de nós muita luz, muita sabedoria, às vezes paciência e amor redobrados, mas é por isso que encarnamos. Sejamos como uma criança vai para a escola, PARA APRENDER, EXPANDIR, COMPARTILHAR, AMAR E VENCER. E VOCÊ, AMIGO, ESTÁ PRONTO PARA SER UM VENCEDOR?

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Não é mais que um breve adeus

NÃO É MAIS QUE UM BREVE ADEUS, BEM CEDO JUNTO AO FOGO TORNAREMOS A NOS VER
EVILAZIO RIBEIRO - Bacharel em Direito


Lembrando meus estudos em Parnaíba no meu estado do Piauí, lembrei de uma canção entre os escoteiros, geralmente cantada ao final dos acampamentos e reuniões, que diz em seu estribilho: “Não é mais que um até logo, não é mais que um breve adeus, bem cedo junto ao fogo tornaremos a nos ver”.


Ao lembrar que me despedirei, no próximo dia 06/08/2011 da Faculdade Farias Brito, onde cheguei em 2006, posso lembrar a mesma música e dizer da grande satisfação de ter convivido com tantos colegas, alunos como eu, professores que se fizeram amigos, funcionários, dos quais sempre respeitei e admirei... Com as minhas experiências de estudante de Direito e a discussão sobre ensino jurídico com professores e colegas, verifiquei sempre duas posições antagônicas: de um lado, professores que não acreditam na possibilidade de influenciar os alunos, nem mesmo por meio de metodologias de ensino ativas e contextualizadas. Eles dizem que a maioria dos alunos são “desatentos ou hostis”, comparecem às aulas apenas para cumprir o percentual mínimo de presenças. De outro lado, há os professores que se agarram à idéia de construir uma nova relação com os alunos, mais profícua, mais proveitosa para ambos. Tenho histórias vivenciadas ao longo de vários anos na Faculdade Farias Brito contextualizando, encontramos a mesma divisão entre os colegas alunos: aqueles que abraçam o modelo de ensino, participando ativamente de todas as iniciativas e projetos acadêmicos e aqueles que se recusam a ter qualquer envolvimento, preferindo as aulas expositivas, as apostilas elaboradas e a postura passiva.


Também podem ser encontrados, em número bem menor, professores e alunos que fazem franca oposição às inovações pedagógicas, agarrando-se aos modelos tradicionais de ensino, exigindo a manutenção do status quo. Nenhuma novidade! A questão, entretanto, deve ser enfrentada sem desprezar nenhuma das contribuições. Um esforço de compreensão das razões que orientam os professores e alunos resistentes, quando o mundo está evidentemente a clamar uma postura mais solidária e efetiva já é um bom começo. Uma das explicações é o medo da mudança, questão filosófica.


Em meu dia de executivo um dos meus grandes objetivos é justamente desenvolver o espírito empreendedor nos colaboradores, que consiste em abandonar o conforto da situação conhecida e experimentada, para ousar em espaços selvagens, não desbravados buscando novos mercados.


Além do medo da mudança, a indiferença, a falta de solidariedade, quase naturais numa sociedade inamistosa e altamente gregária, bem separada entre incluídos e excluídos, pobres e ricos, educados e analfabetos, o pouco caso governamental, é outro ponto de combate.


A articulação da sociedade em torno dos temas que lhe são fundamentais é, historicamente, a mola mestra de toda a transformação, embora a apatia seja a regra. Uma apatia que nasce do desinteresse pelos problemas do outro. É a falta de cuidado, o desinteresse pelo destino do homem como ser histórico e co-dependente.


Bobbio discutindo A República referiu: "Diga-me onde há um Estado que se sustente sobre a virtude dos cidadãos, um Estado que não recorra à força! A definição recorrente de Estado é aquela segundo a qual o Estado é o detentor do monopólio da força legítima, força necessária porque a maior parte dos cidadãos não é virtuosa, mas viciosa." Mais tarde, complementa o raciocínio dizendo: "Falar em virtude civil é importante para fazer oposição à indiferença e à apatia que infelizmente hoje predominam em nosso país." Bobbio está se referindo à situação do seu tempo, mas a sentença cabe perfeitamente para o Brasil: a indiferença é que impede ações sistemáticas de combates às graves ofensas que diariamente são perpetradas contra a dignidade do país como corrupção descaso com o ente público.


Cabe às universidades aprofundar o debate, mas o ensino do Direito é que apresenta solo fértil para alargar a compreensão dos estudantes sobre o importante papel que devem desempenhar para mudar esse quadro, escolhendo alguns caminhos para vencer a apatia.


Conheci e convivi com amizades firmes e duradouras e as levo dentro da mochila pela vida nômade que assumi desde quando sai da minha cidade natal (Parnaíba como bom nordestino há muitos anos atrás), para São Paulo onde completei meus estudos e apreendi a enfrentar a vida.


Tive convívios fraternos maiores com mestres que possa a exemplificar na figura de Genuíno conhecido já do meu tempo de estudante em Parnaíba, que foi, é e será um grande exemplo que poderá contar com minha voz elogiando-o pela vida afora, por sua Humildade, Simplicidade e Competência.


Não é mais que um breve adeus porque a Faculdade, através de seus diretores, (Tales de Sá, Roberto Martins Rodrigues, Cecília Lobo, Helena Stela Sampaio e tantos outros) professores e coordenadores, tais como, o professor Rodrigo, (o constitucionalista), Matias,(poeta do direito empresarial), Negreiros, (saber e simplicidade), Ernando Uchoa, (o direito penal fica gravado para não mais ser esquecido) do Eduardo Pragmacio (meu mestre que conheci ainda adolecente) Willis, Samuel Arruda Carlos Eduardo; as professoras, (Me e Dra) Juliana, Rena, Raquel, Talita, Zenair, Lidia, Helena Cinthia e de outros tantos, sem me esquecer das funcionárias Elizângela, Rosane, Isilda, Osineide e Lorena... Colegas como Barros Pinho, Gilson, Tenilcia, Monaliza, Lucinilda, Roberto, Emanuel Linhares, Aline , Cesar Lucena, Solange, que aqui ao citar abraços todos os alunos com as quais convivi, que, sempre que possível, voltarei à encontrá-los.


Bem cedo junto ao fogo (acampamento dos escoteiros) tornaremos a nos ver e, por esta mesma razão, este meu gesto não envolve despedida. Não irei apertar a mão, nem dizer coisa alguma, porém, sempre estarei presente e atento ao necessário e, além disso, todos podem continuar contando comigo onde estiver e dentro da imprevisibilidade da vida. Adaptado à virtualidade, adepto do nomadismo e do tele-trabalho, percebo que o tempo ainda reserva muito de criatividade para quem se adequa ao mundo das expertises, uma espécie de grupo dentro da distribuição do trabalho neste início de século XXI.


O fogo que nos aqueceu nesses anos, reflexo de uma amizade que é característica da casa, continuará aceso. A Faculdade marcha e, em sua passagem, transforma jovens e maduros alunos com eu.


Agradeço a Deus as oportunidades que tive e desejo a todos muita felicidade!

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