Posts de João Batista de Campos (105)

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Veloso

Veloso


O poeta vê sem o véu para ver além do céu. Vê-lo a velar pela chama duma poética vela

bela, é vê-lo veloso a velar através do  céu de santa  boca, em versos simétricos a verse-

jar e jamais por versos ocos, tampouco,  por qualquer motivo barroco, e sim, pelo amor

bondoso. Zeloso zela pelo verso eclético ao som poético e valoroso, mesmo que fique

um louco embevecido  e rouco. Lanoso, piloso, veloso com véu, sempre no seu céu

a versejar pra dedéu incorporado ao desalentoso léu. Na  pureza  da simplicidade

suas mensagens  atingem  o ápice da verdade  em poéticas imagens.  Muitas

vezes no caminho da poesia. Se herético irmão a cometer maior heresia,

 ato de morrer sem ser a hora, porém, agora no seu doído padecer

está a perder a vida pelo carcomido sentido, então chega a

mensagem poética a lhe renovar o elo do motivo

de viver sem esmaecer. Não a encurte.

Curta a sua vida curta sem

esmorecer.


Assim, ressurge da heresia à fênix da cinza.

Renasce com viva alegria de reviver, apesar

de duro padecer, avaliando  a efêmera vida.

Ao deixar a curta vida  até o dia de partida.


O poeta nasce para poetar, assim vai na vida a

velejar num barco de vela embaraçada de poemas 

dia e noite, diadema a pendoar sobre qualquer mar, às 

vezes veleja sobre  doces nuvens brancas com sua anca 

sobre a brisa a qual lhe avisa que a tempestade está para 

chegar sobre sua calmaria,  mas que não deveria se de

sesperar, e esperar pelo amor  poético que viria para 

acalmar com  sua bondade qualquer  tempestade 

pela força delicada da poesia,  em sua honrosa 

potestade qual viria para lhe abençoar com 

verdadeira  alegria ao poetizar  poemas

ou se diria poesias a sobejar  contos

de fadas  na sua futura  fantasia,

à corsário empunhando sua es

pada, nem que seja para cor

tar a saborosa azeitona de

sua  empada, quiçá, cor

tar estradas ao marulhar

do mar onde ondas cruzam

encruzilhadas, o poeta en

contraria  o seu lugar,

porém, sempre  ve

loso, velando o

seu  velejar

 glorioso

sob o 

feitio

de 

 poesia.

 

jbcampos

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Voo

Em plena insanidade me pego a voar sobre celestial cidade, penso com pensamento apenso, meio atormentado e desatento: 

Será um sonho da mais alta realidade?

Mentira ou verdade?

Neste momento também revejo meus pensamentos recheados de amores e tormentos, e concluo: A vida às vezes é sonho, às vezes pesadelo. Não devo nada questionar sobre o desenrolar deste mavioso novelo, tampouco, soprar a chama desta santa novela, pois, o grande lance é voar, velejando sobre doce brisa qual a mim me avise: Deixe de ser burro e aproveite esse vôo livre do qual devo tirar esse chapéu, para que haja um voo incrível, contemplando somente essa paz, deixe de questionar, fazendo guerra como a efêmera vida que em si se encerra quando se desfaz na terra.

Ao ouvir Beethoven não sei o que é que houve quando se ouve um estrondo rotundo advindo do mais profundo, além do  fim do mundo, muito rápido quando me vejo sobre sagrado céu de anil.

Com abismal calma me pergunto:

Será que minha vida querida desfaleceu após morte batismal? 

Enquanto, aqui ouço o glorioso Bolero de um cara chamado Ravel. Essa melodia noite e dia acompanha moribundos santos ou imundos à caminho dos céus quais cada um sua porta abre, sendo céu do amor ou céu das cabras.

Já com Piazzola e sua arte bandoniônica e irônica faz quebrar minhas molas ao dançarilhar um tango diferenciado ao olhar esbulhado de Gardel afrancesado, sentado bem aqui ao meu lado a bocejar seu resmungo afinado em total reclamação, mirando ao Cartola o qual num cantarolar se enrola. Com esse time me vejo morto e revolto apesar de sublimar sublime paz local.

Porém, vou além: Não me ache otário e redundante o bastante, pois, se essas palavras não existiam, agora é só botá-las no dicionário ou numa página de jornal.

O papo está muito bom, mas tenho de ouvir outro canto no meu velho recanto, pois, espero acordar vivo e solto e mais santo.

 

Volto a sonhar a vida de meros mortais.

 

jbcampos

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PAVILHÃO

Pavilhão do craque Bilac à nobre nação brasileira, tremulou, pendoando-o de esperança inteira. Apesar de tamanho turbilhão no meio da estrada, longo tempo depois de várias encruzilhadas, depôs seu irmão de poesia pausada. Sentindo-se só sob o altar do parnaso, porém, à procura de paz segura, não por acaso, às escuras. Esses caras foram uma doçura de arraso. Essa augusta nação clama pelo augusto da paz. Porém, o augusto irmão está demorando demais a chegar. Mas esse povo altaneiro a grandeza da pátria em si traz. Gente que conversa com estrelas nos momentos febris e mortais sob maléficos ardis; como diria o irmão de religião; “égide de satanás” à provação sobre breve nação feliz qual ao chegar no paraíso, assaz. Na Estrada do mavioso Duque Nacional, Silva aludiu grandeza ao Brasil Varonil. Há muito tempo, deixou seu berço-templo de amor esplêndido, e o terço santo da imaginação adotou, digno de grandiosa nação a socorrer os famélicos do mundo inteiro, como o antigo sábio vaticinou e o agronegócio chegou e prosperou, pátria amada: Brasil.                     

jb campos

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A máquina que maquina a loucura do poeta

A máquina que maquina a loucura do poeta

 

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Adote essa máquina que maquina somente o bem,

Porém,  o  bom  sentimento deve  estar muito além

Da temática  poética e  da bela  gramática também.

O Amor é tal máquina a puxar os vagões  do trem.

 

O vagão é um poeta compulsivo em busca da paz.

E pela paz ele deixa tudo  aquilo que lhe for capaz.

O  poeta  é aquele  que traz em sua meta o bom ar,

À verdadeiro atleta de valor sincero; e contumaz.

 

Lutador mental contra as hostes do perigoso mal.

Formador  de opiniões mesmo em sua humildade

Quer formar  igualdade de um sonhador desigual.

Apesar de; às vezes ruim, é o arauto da bondade.

 

Seria... O Bonfim do mais  arrogante Querubim?

O poeta é  hilário  no hinário do simples Serafim

Mas  no  além, o poeta  espera ser feliz também.

Não  lhe importa se é anjo torto, se está aquém

De zumbi, vivo-morto,  conquanto, esteja bem!

Na verdade, espera que os anjos digam amém.

 

jbcampos

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vilão maroto

vilão maroto

arrogante é a situação verbali-
zante onde existe a humilhação 
falante  por déspotas selvagens e 
indômitos. porém, o mundo dá suas 
voltas constantes e o cão volta ao seu 
próprio vômito. assim a efêmera vida de
arrogância  traduz numa verdadeira ânsia 
do  ignóbil  ser a padecer  em sua pútrida
feitura  de vã e vilã  criatura ao amanhe-
cer  de noite  escura, se realmente  is-
so der pra acontecer.  assim nessa 
ignorância  mental tudo  pode
ascender,  até esse ato
de fazer o irmão so-
frer, achando-se
senhor acima
do bem e do
mal  fatal, as-
sim porta-se es-
sa criatura até mes-
mo em  sua sepultura
final, nada pode escla-
recer afinal  a essa mente
suficientemente  cauterizada.
como este bojo   aqui rasgado.
é mote  de se dar  risada quan-
do  se lê no epitáfio: ontem fui o
que  tu és, e  amanhã serás o que 
sou.   frase lapidada   pelo poeta
trovador, enquanto,  o mortuário 
é o próprio vilão maroto, agora
 completamente roto a rotar 
seus feitos sem cons-
ciência sem saber o seu verdadeiro
destino  luciferino da própria es-
sência, até que na própria
eternidade a bondosa
misericórdia o 
acorde
com o
sacudir
de seus
acordes
pelo bada-
lar do sino do verda-
deiro amor divino.
podes crer.
p
a-
ra 
cres-
cer  há 
de se  tor-
nar  menino an-
tes do novo alvorecer 
divino.

somente o amor pode suportar 
tamanha estupidez humana.

jbcampos

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A Diva no Divã do João

O escrevente, meio sem assunto, embora, contente pôs-se a mostrar os dentes no profundo de sua mente-coração. Porém, de repente lembra-se de histórias contundentes e macabras de monstros doentes, tal qual gosto ardente de pimenta vermelha que a mente lhe incendeia com enorme centelha. Então conjetura: Vou enfrentar mais esse dragão sem ter, tampouco, perder a razão.

Sentindo-se ignorante diante de seres distantes, porém, nos jornais com presenças constantes e marcantes, pensando se ia ou desistia, foi adiante e confiante:

Foi no afã do divino divã que o psicanalista demente, de mente doentia não desmentia a própria psicopatia e com elã trazia sua lista a listar suas referências para ali dizer aliviar o sofrer de inocente coração e à fármaco aviar a própria receita tão repleta de falsa alegria mental àquela divina visão da Diva divina qual mente alucina acima da própria alucinação.

Nada importa João, o respeito é bom e necessário, tem de refrear essa sua compulsão. Pegue esse seu fetiche e piche no seu coração o conselho: “Juízo João”.

Já há muito nos disse Jesus: “Não podemos impedir que as aves voem sobre nossas cabeças, porém, pensando bem, podemos impedi-las que nelas pousem e em desalinho construam seus ninhos”, entendeu João.

Doutor João apaixonado em seu maldoso fetiche, qual pacientemente envolvia em sua mente sua bela paciente ao desenrolar de mais uma louca emoção.

O dia urgia para mais uma psicossomática orgia do doutor João. Foi então que a morbidez mais uma vez lhe pegaria cheia de ironia por fazer aquilo que sempre fazia.

Oh... Doutor João por que não procura um psicanalista para tratar de sua estupidez?

Por Deus o que foi que lhe deu, seria a psicopatia que lhe desmereceu?

Ah... Foi o fogo do mal com sua velhaca insistência a cauterizar sua velha consciência!

Desculpe aí João, pode ser a sua enfermidade, porém, a bem da verdade toda a maldade é doentia, João, por caridade fustigue essa sua maldosa e idosa ilusão.

Porém, a insensatez não fazia enrubescer a palidez de sua branca tez, com sua mente poluída a praticar mais uma estupidez.

Ei João; o que foi que você fez desta vez? 

Com aquela euforia criada pela sua psicopatia, quiçá, herdada de sua tia, porém, o seu coração ardia naquele estranho dia. Foi assim que João autodescrevia sua antiga sordidez, sempre à procura de sua cura nas suas esfarrapadas desculpas esculpidas na própria imaginação cauterizada!

Agora, mais um famoso analista corre da polícia por estar registrado em sua lista.

Como você é burro João, todo mundo sabe o que é um fino cabaré, quiçá, um bordel. João você com toda essa grana a qual sempre lhe engana com essa velhaca gana, pois, poderia comprar com seu mísero dinheiro um prostíbulo inteiro João, e ainda passaria por bom cavalheiro. Não que seja um conselho, mas é melhor do que estar causando dano à psique de suas pacientes permanentemente; como já lhe disse sobre seu doentio fetiche.

Como você é burro João ao desrespeitar suas pacientes, pois, é nada inteligente essa sua enganosa sensação inconsequente.

Agora a polícia vai ter de encarar.

João você gosta de apanhar?

Não, acho que não, apenas macular o coração do seu irmão. Jamais vai aprender essa lição, essa é a sua sina que a natureza não explica o porquê dessa compulsão que sempre alucina a fazer tal maldade independentemente de idade!

Coloque na sua velha cabeça, e jamais se esqueça - você é mais um psicopata, João, mas seja humilde e a Deus peça perdão, claro se tiver a capacidade consciente de pensar, João.

Desculpe a comparação, você está preso à sua própria psicopatia, como uma porca a emporcalhar sua própria pocilga e toda a sua cria todos os dias.

 
João, como é doentio esse seu coração!

 
Vá se tratar João, se ainda der tempo.

 
Vamos deixar bem claro, não estamos julgando o João, somente querendo entender essa macabra situação onde o bode tenta esconder o seu pé-de-cabra sujo de sangue exangue em suas próprias mãos, entendeu, ou não, irmão?

 
Também não...

 
Jbcampos

 

 

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conversa convexa

u
m
dia
dis-
se o
poeta:
navegar  é 
preciso, porém, 
não foi por falta  de 
aviso.  como não havia 
navio,  cavalguei à  ginete
 sobre  a sobra de  um alazão 
quarto  de   milha,  emprestado
do   meu  velho  patrão,  um  es-
pertalhão  nessa  bela coleção-
maravilha. na  sua herdada
fazenda  já  existia corcel
pra dedéu ao léu. era 
um tro-
pel  de 
mustang,
árabe, an-
daluzia. até o
pônei  lhe  trazia
o troféu nosso de ca-
da dia. mustafá falava no-
ite e dia de seus  cavalos, real-
mente era o seu passatempo. um 
dia  morreu  mustafá e partiu o meu 
coração ao  partir voando  aos  céus 
de  Alá  sobre seu  árabe  alado lá
pelas  bandas  das  arábias  on-
de  já  existisse  mil  e  uma 
noites de belas fantasias.
ainda  bem  que  foi  com  o  árabe,  quiçá,  para  formar 
novo  plantel nos  verdes  campos, aos  pés  de   Maomé! 
será  que  é?   nesse  universo   diverso  tudo   é   possível 
pela  postura  da  criatura.  até  morar  numa  gota  de  orva-
lho com  cavalo  ou  sem  nada  para rimar, será  que lá tem 
mar só para rimar, ou seria  apenas alegria  de  sofismar es-
as arrelias? aqui troco os laços, pois,  arrelia  foi  um gran-
de  palhaço, coração derretendo sob velho peito de aço.
 
quando a gente tá sem
 assunto é  nisso que dá!
 e  o  pior,  ainda tenho de
   assinar esse  bazar  de ba-
   langandãs, num velho divã.
 
jbcampos
 
 
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Primavera

 Ah... Se tudo fosse primavera
 
Seria o respirar de renovada era
ao  revoar de tantas  quimeras.
Ao  perfumar  de belas flores,
o singular  de  seus amores.
Alegria, fantasia  e açores
a escorar o seu veleiro, ao tisnar do nevoeiro.
Oh... Inocente primavera, é prima  irmã do vil ve-
rão o qual aquece o coração na  manutenção da ilu-
são. Seja como for, o outono, traz em seu bojo o bônus
ao inferno-gélido-inverno.
Oh...  Inocente primavera,
Olá: Juventude;  saudação.
É apenas mais uma estação
a rir da vida em sua profusão.
Apesar de  bela saúde, um dia
toda  essa  maravilhosa  alegria
resumirá nessa gloriosa plenitude.
O seu amor  àquela  flor,  sobretudo,
o seu orgulho  mergulhado  no ataúde.
Despida, quiçá, lhe sobre um sobretudo.
Porém,  essa  é lei a qual advém
do  misterioso  circo  do além.
Mesmo que você não goste!
Mesmo que você não que-
ira,  meu adorável bem.
O poeta tem mente digital, pois, a informação não
lhe para de chegar, e haja  antivírus para filtrar.
Ideias, ideais de todo o lugar,  lá das quebra-
das  da  China,  da Cochinchina, passando
pelo misterioso,  ardiloso,  velho e novo
Nepal. Egito do Nilo, Nilópolis do car-
naval, além  do canavial de Sampa
da garoa, anúncio de gente boa,
sua cabeça sempre a povoar.
Apesar desse imenso car-
rossel,  poeta também
não passa  dum bar-
quinho  de papel
frágil  a nave-
gar poesias
de  dor e
alegria
sem
par
ao
a
m
a
r
.
 

 

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o bote do poeta

 

o bote do poeta

 

em sua mente  navega o poeta de camarote,

relaxadamente sobre seu  velho-querido bote.

aí  aparece a musa e lhe acusa com um mote:

porém, vai  além do trote com ardiloso chicote.

o poeta-atleta  prepara-se para dar o seu bote.

 

a musa, sem recusa,  abusa de sua inspiração

chama-o à  atenção, mas  o poeta logo pensa:

isso é  exploração!  convém cumprir  a missão,

meu  filho-irmão, não vê  a poesia na sua mão?

é  o privilégio  contra todo o malvado sacrilégio

sacolejado  no corredor  de enganoso colégio,

colegiado de falsa ilusão, congresso da nação!

 

o  poeta  é o jornalista discreto sem necessitar

de  qualquer prestação, a não ser à sua própria

emoção. em  sua rimação pode abrandar o cor-

rupto da sua própria corrupção, é disto que  es-

tá necessitando a nossa nação, já que no con-

gresso está referto de toda a religião sem a

prática  dos milagres dos  quais nos fala

tanto a religião. será que é a falta de

de fé, ou esse milagre o poeta

terá de realizá-lo pela for-

ça poética daquele

que quer. ha-

ja enor-

me

fé.

to-

me

tomé.

 

jbcampos

 

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A lesma lerda

 
A lesma lerda

 
Ao doente de mente demente
 
O mundo esteve sempre de mente doente;
entre amigos, inimigos, entre  parentes, en-
tre parênteses "demente"!  A redundância
faz parte da arte, para que  a mensagem
fique mais levemente destarte, pois, nes-
te mundo ao se dar conta da boçalidade
total inserida na ferida duma breve vida,
onde nada se conclui verazmente, ao se
ver o homem sacal levantar o seu estandarte
do  mal. Queira ou  não, não faz a menor diferença,
meu irmão  de avença, há milênios a vida apesar de
quebrar a nossa perna continua sendo a lesma lerda.
 
Autoflagelação
 
Por que  esse martírio de  lutar
consigo  mesmo? Magoando o
próprio  coração, meu  irmão.
Isso  é desnecessário,  con-
quanto, não  se pratique o
mal voluntário. Deixe  isso
para os otários de plantão.
 
Compulsividade
 
A compulsão muitas vezes torna-se psicopatia,
veja e ouça os noticiários, quantas  mulheres
são assassinadas diuturnamente, é  a men-
te doentia transformando o ser humano em
verdadeiro monstro da ironia! Afinal, que ta-
manha burrice é essa de matar alguém que
deveria ser amada, e depois perder a paz men-
tal, além de ficar numa prisão trancafiado? Pior ainda
é  não ter o senso de que fez alguém  sofrer ou deixar de
criar seus filhos, será que existe inferno além deste mundo
agreste? Afinal, que paz mental? Mentes  doentias assim
tem  a consciência  plenamente cauterizada,  portanto,
não  sentindo a  menor dor, quiçá,  sinta prazer em
praticar o mal e  o faz dando risada.  O homem
não pode  viver sem a  mulher, ela é o esteio
de  sua existência, como  esposa, como
filha, como mãe, então  que mente
doentia é essa a destruir o seu
bem  maior? Além de bur-
ra é indescritivelmente
doentia apesar de
ser a sua pró-
pria cria.
meu
ir-
m
ã
o
.
Eis a lança a ferir o seu coração
que balança nessa contradição..
 
Sem a menor alusão a  você amigo-irmão, leitor  querido,
apenas  estamos tratando de compulsão. A  exemplo de
ir às compras e não ter controle  sobre o vício de com-
prar desbragadamente aquilo que desejo sente, mago-
ar  a esposa ou o filho, ou a qualquer amigo que se a-
presente como parente, não ter controle sobre atitudes
perigosas como  xingar alguém no trânsito  e morrer de
morte prosa. Não sevicie mais,  pare já com esse vício.
Você  é valente, corajoso, então pare já se for capaz, um
desafio jocoso, o qual o deixará feliz por demais, meu rapaz.
Creia e reveja então a maneira de você pensar, é a compulsão
conspurcando o seu coração, seja vitorioso sendo bondoso assaz.
 
Há de se cultivar a calma e a paciência no nos-
so dia a dia no esforço de se ter ciência!
 
Você é aquilo pensa
 
A vida tem mostrado ser a dona do seu destino sagrado
através do seu pensamento, o que é um paradoxo atrasa-
do, se  o sofrimento  se lhe apresenta, pense sobre o seu
pensamento, até porque você só toma alguma  atitude mo-
vido  pelo seu pensar, que no fundo é o próprio desejo  pró-
prio, ou  impróprio de criar o seu latifúndio de sorte ou azar.
 
Por quê?
 
Eis o irmão ladrão dentro duma família
ilibada e  de bom coração... Por que disso,
então? Uma mente doentia numa família sadia.
 
Os doutores da lei
 
Há dois milênios eles já foram registrado no livro sagrado
a Bíblia pelas palavras de Jesus, o Cristo:  Eles sentam
na  cadeira de Moisés… Bem vamos colar aqui o regis-
tro  eclesial logo de vez como um mais dois são três.
Mateus 23
1  Então falou Jesus à multidão, e aos seus  discípulos,
2  Dizendo: Na cadeira de  Moisés estão assentados
os escribas  e fariseus. 3  Todas as coisas, pois,  que
vos disserem que observeis, observai-as  e fazei-as;
mas não procedais em conformidade  com as suas
obras, porque dizem e não  fazem; Eis a mentira
dos  políticos que vão se assentar na cadeira de
Moisés, bem  como os maus líderes religiosos.
4  Pois, atam fardos pesados  e difíceis de
suportar, e os põem aos ombros dos homens;
eles, porém, nem com o dedo querem movê-los;
Quer maior morbidez ignóbil do que essas EXCELÊNCIAS, elas
são a   própria doença, doutores sapientíssimos que nos  governam?
Porém, veja  o que essas EXCELÊNCIAS aprontam: Os homens mais
aculturados e mais bem pagos; os criadores das leis, os estadistas, os
presidentes, os governadores são os criadores das  mais sangrentas
guerras? Ah... São criadores de situações malignamente  inteligen-
tes, estão ocultos nos púlpitos de seus cultos públicos. O que  esses
calhordas aprontaram com o nosso país, que vergonha, homens “sábios”
a  praticarem  o mal, grande mal, cometendo genocídio. Como pode alguém
que ganha o maior salário da nação, ou de nossos bolsos, degradar-se a pon-
to de roubar remédios de doentes terminais, cestas de merenda escolar?  Ro-
ubaram tanto de quem já foi a sexta economia mundial e que agora se en-
contra em estado falimentar.
 
“O poder emana do povo.”
Que poder? Que povo?
Assim repete a lesma lerda.
 
 

 
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Ósculo



Ósculo santo de estranha paixão que entumeceu minhas entranhas, coisa estranha, foi no meu primeiro encontro com aquele encanto, cuja paixão me enlouqueceu, era uma bela rapariga-donzela, para redundar em singeleza de beleza singela. Aquele santo ósculo empanou os meus óculos ao marejar de minhas santas lágrimas, porém, como chama forte de enorme porte duma divina vela, velando o aporte duma paixonite aguda. Então a Morfeu pedi ajuda antes do verdadeiro adeus a qual naquele momento me valeu. Enfim, toda a celeuma a mim me valeu a pena, porém, naquela nebulosa noite se escondeu na minha quase perenal fleuma.
Afinal, nem sei o que aconteceu.
Por donde andará Marina, linda menina que de frente de meus óculos com aquele fabuloso ósculo; simplesmente feneceu, deixando-me uma estranha visão com gosto de azinhavre, porém, “a esperança e a última que morre” assim clamo: Valei-me Deus! Deus que a sua porta abre alumiando qualquer breu.
 
Um conselho poético advindo do divino além neste sonho lindo deste pobre alguém: Não perturbe o seu sagrado coração, pois, nesta vida e no além ninguém é de ninguém; amém.

Apenas ame para ser e fazer alguém feliz. Se for o caso, não importa o que foi que aconteceu aquém, apenas retire-se sem pensar em vingança a qual o mal sempre afiança e o prejuízo será todo seu.

Beije o seu irmão com o ósculo santo da caridade sem olhar à sua "capac""idade".
Use o ratinho e sua mãozinha percorrendo sobre as linhas.


jbcampos

 
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