Bandida

Se tudo que fiz ficou no passado

tantos sonhos, realizações e nada

tudo que resta são favas contadas

chegou a hora de descer as escadas

 

O sol no ocaso parece tão triste

os ventos do norte trazem o frio

a vida expira os últimos instantes

sigo ao mar na correnteza do rio

 

Não olho pra trás, pois o fim inebria

o destino incerto me enche de emoção

quando ela chegar vou morrer sorrindo

mas ainda sinto bater o meu coração

 

Então siga teu caminho, Oh p*** bandida!

com os teus olhos de serpente do mal

tu pisoteias sobre as minhas feridas

amar-te um dia foi meu pecado mortal !

Alexandre Montalvan

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Comentário de Dulce de Souza Leao Barros em 23 maio 2018 às 7:26
Fiquei com dó. Goatei muito do seu poema. BParabéns!
Comentário de Elías Antonio Almada em 21 maio 2018 às 15:41

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 21 maio 2018 às 14:32

Poeta Alexandre, estás em maus lençóis.

PARABÉNS pelo belo poema.

Comentário de Elisiário Luiz em 20 maio 2018 às 20:05

 "Um fatídico risco um amor mal correspondido" belo poema amigo...Parabéns  Fique bem!

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