Liit... - In Dejavu


*** * ***


O Calendário do Tempo - talvez seja mais lendário do que dativo... Assim nos vemos no inicio do século XIX, onde na Quinta de Bragança se inicia esta nossa história - de um amor passado e presente.


.


Ela a formosa Liit - que se enamora do tão cobiçado Príncipe Vilmor E para dar mais vida e alegria - ora se faz - no formato de Poesia:



Act I



Passeando pelos verdes Bosques de Varoc


cantarolando seguia a Liit tão disputada


quando depara com um rapaz mui formoso


como que enviado pelo condão d'ua Fada



Os Tempos que brincavam com Liit não sabem


Se existe o Amor à primeira vista ou não


por que foram testemunhas para os devires


do fogo que os consumiu em doce paixão



Dizem que o próprio Bosque e a Estrada


que os viram enlaçados quase desnudos


hoje choram sem esconder as saudades


nas lembranças que os fazem ora mudos



Pois o Bosque se transformou em cinzas


Pois a vil Guerra separou os Amantes


E o Calendário foi girando no Tempo


quando o triste substitui o feliz antes



Só se sabe da imensa tristeza incontida


na doce Liit nessa Saga de sua Vida



Act II



Nisso os dias vão se transformando em Livros


e o Tempo vai preenchendo as folhas vazias


No entanto Liit continua vencendo os Tempos


que das tristezas lhe concedeu alforria



Assim a vemos em cada Pagina dos Livros


qual uma Flor que à espera de seu Colibri


E a Magia do Bosque retoma o seu encanto


E o Amor mostra Liit e Vilmor em Dejavu!!!


*** * ***


180417 - gaDs


*** *** *** ***


 


Poema- Zeca Feliz Avelar


Imagem- Livita Silva


Música- Enya



Exibições: 65

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Comentário de Livita Silva em 20 abril 2017 às 11:03

Obrigada Geraldo

Comentário de Geraldo Coelho Zacarias em 20 abril 2017 às 9:36

Um "show" de dupla criatividade!...A beleza da poesia, enriquecida pela beleza da ilustração; confundindo: O QUE SERIA MAIS BELO?...Ambos!...Pois ambos formam o retrato de suas almas, seus corações!...Aplausos aos dois poetas; e fraternos abraços.

Comentário de Livita Silva em 19 abril 2017 às 14:44

Eu e Zeca fizemos um acordo. Eu crio a imagem e ele faz o poema.

Comentário de Paolo Lim em 19 abril 2017 às 11:22

A multiplicidade criativa do autor, nos é conhecida. A beleza desta união criada pela arte, empolga. Estou em êxtase contemplativo. Obrigado aos mestres !

 

Comentário de Elías Antonio Almada em 19 abril 2017 às 2:08

Comentário de Elías Antonio Almada em 19 abril 2017 às 2:08

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