Sussurro das Águas.

Meu demônio de saia curta
Rouba-me a alma, que caminho luzente
Pois neste vão ao solo batido 
Seu corpo, delonga sobre o meu!

E na rocha simplesmente ágata
Minha língua, abre a sua boca
Lunática e perdida aos querubins
Tornando-se, sussurro das águas!

Ó miúda borboleta estrelada
Entre sua vida eu adormeço
E paro sobre cada anoitecer!

Pois te amo nas dornas do universo
E me levanto do próprio submundo
Que pra ele tato, louvar-te apaixonado.

Ednaldo F. Santos 

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Comentário de Elisiário Luiz ontem

 UM brilhante empenho caro poeta...parabéns  Fique Bem! 

Comentário de Iván ontem

Un bonito poema, poeta Ednaldo.

Sensualidad femenina, siempre bella.

Que tengas buen día ✏ 

Comentário de Elías Antonio Almada ontem

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA ontem

Bonito poema Ednaldo. Também bonita imagem.

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